Rio de Janeiro, 29 de Outubro de 2026

Ronaldinho é poupado do treino e descarta jogar no "sacrifício"

O meia-atacante do Barcelona, Ronaldinho Gaúcho disse que só jogará contra o Peru, no domingo, se estiver totalmente recuperado da torção que sofreu no tornozelo direito. (Leia Mais)

Sexta, 16 de Novembro de 2007 às 12:04, por: CdB

O meia-atacante do Barcelona, Ronaldinho Gaúcho, que foi poupado do treino coletivo realizado na manhã desta sexta-feira, na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), disse que só jogará pela seleção brasileira na partida contra o Peru, no domingo, se estiver totalmente recuperado da torção que sofreu no tornozelo direito. A partida é pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo-2010.

— Não é questão de sacrifício. Estou me preparando para jogar bem aqui e voltar bem para o meu clube. Quero jogar 100% e sem dor. Agora tenho que fazer o tratamento certinho para chegar bem no domingo. Os médicos do Barcelona ligam para saber se a evolução está evoluindo. O clube tem essa preocupação que eu volte bem também, não jogue apenas bem pela seleção —, disse o jogador, que participou apenas de 20 minutos de treino, na quinta.

Ronaldinho irá viajar à Lima nesta sexta, mas ainda terá que esperar um pouco para saber se será escalado pelo técnico Dunga ou preservado para o jogo contra o Uruguai, na quarta, no estádio do Morumbi.

— No momento, [o tornozelo] não está mais inchado, já estamos em fase final de tratamento. O que falta ainda é um pouco mais de confiança em alguns movimentos que faço. Mas a evolução está boa e até domingo eu posso chegar bem para o jogo. Vou viajar para Lima e aguardar para ver se vou jogar —, afirmou.

Segundo o médico da seleção, José Luís Runco, a decisão sobre a escalação de Ronaldinho irá depender da confiança demonstrada pelo jogador do Barcelona na recuperação da contusão.

— Ele teve uma evolução desde que chegou, mas ainda demonstra certa insegurança. Ontem fez o combinado e hoje vai fazer trabalho de fortalecimento. Vai depender muito dele, se ele disser que está com confiança. Hoje ele está inseguro e eu não iria liberar —, afirmou o médico.

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