Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026

Ronaldinho celebra ter colocado nome na história do Atlético-MG

A torcida é os jogadores do Atlético-MG acreditaram até o fim que poderiam reverter a vantagem do Newell’s, e no final foram coroados com a classificação inédita para a decisão Libertadores. Após a vaga garantida nos pênaltis, o craque Ronaldinho Gaúcho não escondeu a alegria por entrar para a história do Galo e já sonha com o título.

Quinta, 11 de Julho de 2013 às 08:51, por: CdB
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Ronaldinho Gaúcho não escondeu a alegria por entrar para a história do Galo
A torcida é os jogadores do Atlético-MG acreditaram até o fim que poderiam reverter a vantagem do Newell’s, e no final foram coroados com a classificação inédita para a decisão Libertadores. Após a vaga garantida nos pênaltis, o craque Ronaldinho Gaúcho não escondeu a alegria por entrar para a história do Galo e já sonha com o título. - Quando a gente para e pensa um pouquinho, tem a consciência que entra para a história de um clube que tem mais de 100 anos, e que pela primeira vez chega à final, fica marcado para a história. Vai ficar mais marcado ainda se vencer, então é uma alegria que não tem como explicar. Meu maior sonho é poder dar essa alegria para o torcedor - declarou. Assim como aconteceu nas quartas de final contra os mexicanos do Tijuana, coube ao goleiro Victor defender uma penalidade para classificar o Atlético-MG mais uma vez. O goleiro ficou feliz por ter ajudado o Galo, mas disse que nesta quarta-feira, todos os jogadores atleticanos foram heróis pela dificuldade do jogo. - Fico feliz de ter feito a minha parte, mas acho que todo mundo foi herói. Você reverter um resultado da forma que foi, contra uma equipe qualificada como Newell’s não é fácil. Todo mundo está de parabéns, tem participação e tem que ser reconhecido pela torcida. A entrega e a dedicação foram fantásticas e fico feliz mais uma vez de poder ajudar - afirmou. Ceni evita comentar virada para "não se arrepender com verdade" O capitão do São Paulo não aceitou bem a derrota de virada o Bahia, na quarta-feira. Ao deixar o gramado do Morumbi, Rogério Ceni evitou se alongar nos comentários para não aumentar a crise com uma nova polêmica. - Não tem o que falar. Falar o quê? Dois (jogadores) a menos. Tem que trabalhar. Não adianta ficar dando explicação aqui para vocês, senão você tem que falar alguma verdade e pode se arrepender depois. É trabalhar - disse. Os dois jogadores a menos foram Luis Fabiano e Clemente Rodríguez. O atacante foi expulso aos 20 minutos, pouco depois do empate do Bahia. Já o lateral esquerdo argentino, que fazia sua estreia, recebeu o segundo vermelho cometendo a falta que resultou no gol da virada por 2 a 1. Em sua provável última temporada da carreira, Ceni tem amargado consecutivas desilusões. O goleiro tinha esperança de conquistar mais uma vez a Libertadores, mas viu o time cair precocemente nas oitavas de final depois de ter sido eliminado também no Campeonato Paulista. A única ação concreta da diretoria em meio à turbulência foi demitir o técnico Ney Franco. Seu substituto, Paulo Autuori, será oficializado nesta quinta-feira, três dias antes do próximo compromisso do time no Campeonato Brasileiro, que será contra o Vitória, em Salvador.
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