Rio de Janeiro, 09 de Outubro de 2026

Rios dão sinais de que começam a baixar no RJ

Embora algumas cidades das regiões norte e noroeste do Estado do Rio continuem parcialmente alagadas, como Itaperuna, Natividade e Cardoso Moreira, o nível da água desses rios está baixando, embora lentamente, e a tendência é a situação se normalizar nas próximas 72 horas nos 14 municípios prejudicados com as cheias dos rios Paraíba do Sul. (Leia Mais)

Sexta, 09 de Janeiro de 2009 às 07:25, por: CdB

Embora algumas cidades das regiões norte e noroeste do Estado do Rio continuem parcialmente alagadas, como Itaperuna, Natividade e Cardoso Moreira, o nível da água desses rios está baixando, embora lentamente, e a tendência é a situação se normalizar nas próximas 72 horas nos 14 municípios prejudicados com as cheias dos rios Paraíba do Sul.

As informações são do coordenador da Defesa Civil do Estado nas duas regiões, coronel Moacir Pires, que informou que a Defesa Civil trabalha com dados de três institutos de meteorologia, e a previsão é de diminuição do nível pluviométrico para as duas regiões.

- Os rios continuam cheios, com ruas e bairros inteiros de várias cidades ainda alagados, mas a situação está controlada. As pessoas desabrigadas e desalojadas estão recebendo todo o apoio dos órgãos públicos federais, estaduais e municipais - disse o militar.

- Coordenados pela Defesa Civil do Estado nas duas regiões, esses órgãos trabalham de forma harmoniosa e intensa - comentou Pires, que, entretanto, admitiu que nas duas duas regiões, há 6.810 pessoas desabrigadas e 34.363 desalojadas.

Desde a última quarta-feira, o subsecretário de Defesa Civil e comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Pedro Machado, visita as duas regiões, sobrevoando de helicóptero as cidades atingidas pelas enchentes dos últimos dias e anunciou que a prioridade é tratar da saúde dos afetados. A partir de agora, segundo ele, helicópteros passarão a transportar pacientes isolados pela inundação para locais onde possam ser melhor tratados.

O município de Campos, onde a situação continua muito grave, tomou a iniciativa de enviar um ônibus com médicos a bordo, para percorrer as áreas mais atingidas pelas águas fazendo exames clínicos na população na tentativa de identificar os primeiros sintomas de leptospirose, doença que já matou quatro pessoas na região.

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