Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Rio terá força-tarefa para cuidar da revitalização do centro histórico

O Rio de Janeiro passará a contar, a partir desta segunda-feira, com uma força-tarefa permanente para revitalizar e fazer a manutenção das áreas públicas do centro histórico da cidade. A primeira tarefa é a revitalização do entorno do Museu Nacional de Belas Artes e da Biblioteca Nacional, na Cinelândia. (Leia Mais)

Domingo, 30 de Maio de 2010 às 10:30, por: CdB

O Rio de Janeiro passará a contar, a partir desta segunda-feira, com uma força-tarefa permanente para revitalizar e fazer a manutenção das áreas públicas do centro histórico da cidade. Segundo o secretário municipal de Conservação, Carlos Osório, o Grupamento de Revitalização do Centro Histórico ficará responsável pela reforma e manutenção de pontos de luz, calçadas e ruas do entorno de edifícios e monumentos históricos.

A primeira tarefa do grupo é a revitalização do entorno do Museu Nacional de Belas Artes e da Biblioteca Nacional, na Cinelândia. Esse trabalho deverá durar cerca de dez dias. Os trabalhos do grupamento serão complementares às obras de reforma de prédios e monumentos, como o Teatro Municipal, reinaugurado na semana passada, e os Arcos da Lapa, cujas obras de reforma começaram também na última semana.

– Essa revitalização vai tratar do entorno dos nossos principais monumentos. Vamos ter aquele cuidado com a recuperação das pedras portuguesas no calçamento, a recuperação da iluminação pública nessas áreas que são áreas de fluxo de turistas e cariocas, a limpeza dos monumentos, a retirada de pichações. Enfim, é um cuidado com os detalhes do nosso centro histórico –, disse Osório.

Entre as regiões do centro histórico do Rio de Janeiro estão a zona portuária, que passa por um grande processo de revitalização, a Lapa, onde se concentram bares e casas noturnas, a Cinelândia e a Praça XV, onde se localizam vários prédios públicos antigos.

Carlos Osório participou neste domingo de uma vistoria às obras de recuperação dos Arcos da Lapa. Segundo o Iphan, o monumento, construído na primeira metade do século 18, passará pela primeira grande reforma em 25 anos.

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