O Rio de Janeiro será o segundo estado brasileiro a monitorar partículas ultrafinas de poeira no ar. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) começou, na sexta-feira, a instalar 26 estações de controle da qualidade do ar que detectam partículas minúsculas, que podem causar sérios danos à saúde.
As micropartículas são geradas pela queima incompleta de combustíveis fósseis utilizados como fonte de energia pelos veículos automotores – responsáveis por 77% da poluição do ar na Região Metropolitana do Rio de Janeiro – e pelas indústrias. De acordo com a gerente de Qualidade do Ar do Inea, Paulina Porto, essa poeira minúscula atinge profundamente o sistema respiratório.
– Para se ter uma ideia, trata-se de uma poeira pelo menos quatro vezes menor do que a partícula inalável, que já causa danos. Atinge profundamente o sistema respiratório e, segundo estudos relatados, chega à circulação sanguínea. Além disso, há pesquisas que correlacionam as partículas a enfermidades como infarto e câncer – disse Paulina.
O Inea ainda estuda onde serão instaladas as estações.
– As áreas prioritárias ainda estão sendo decididas. Mas, com certeza, farão parte da rede o centro do Rio, a Baixada Fluminense, Niterói e outros pontos com grande influência de gases veiculares – explicou a gerente de Qualidade do Ar.
Rio terá estações para detectar micropartículas de poeira no ar
O Rio de Janeiro será o segundo estado brasileiro a monitorar partículas ultrafinas de poeira no ar. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) começou, na sexta-feira, a instalar 26 estações de controle da qualidade do ar que detectam partículas minúsculas, que podem causar sérios danos à saúde.(Leia Mais)
Sábado, 15 de Maio de 2010 às 13:40, por: CdB