A Secretaria Especial de Ciência e Tecnologia (SECT) e a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-RJ) realizaram nesta quinta-feira, o seminário "Cidades Inteligentes", no Hotel Marriot, em Copacabana. O seminário contou com palestra do sociólogo italiano Domenico De Masi, autor do best seller "O Ócio Criativo", entre outros livros. Inscrições e maiores informações pelo email ep@assespro-rj.org.br ou pelo telefone (21) 2507 7181.
A proposta do seminário é mostrar que as novas criações tecnológicas permitirão a melhoria das relações entre os cidadãos
A Secretaria Especial de Ciência e Tecnologia (SECT) e a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-RJ) realizaram nesta quinta-feira, o seminário "Cidades Inteligentes", no Hotel Marriot, em Copacabana. O seminário contou com palestra do sociólogo italiano Domenico De Masi, autor do best seller "O Ócio Criativo", entre outros livros. Inscrições e maiores informações pelo email ep@assespro-rj.org.br ou pelo telefone (21) 2507 7181.
O evento é uma parceria da SECT e da Assespro-RJ com a FGV Projetos e a Lide (Grupo de Líderes Empresariais), e conta com patrocínio da Firjan e Sebrae. Durante todo o dia, palestrantes nacionais e estrangeiros vão debater a questão de como tornar nossas cidades mais funcionais e interativas com o apoio da TIC (Tecnologia, Informação e Comunicação), além de discorrerem sobre as demandas criadas pela sociedade e as oportunidades para oferta de soluções, na forma de produtos, serviços e processos.
Como palestrante principal, o sociólogo italiano Domenico De Masi falou sobre um tema que vem se destacando no mundo: "O Ócio Criativo e a Terceira Plataforma Tecnológica". Ele apresentará idéias de como descansar em tempos nos quais a mente é estimulada a todo momento pela tecnologia e suas criações como celulares, aplicativos, comunicadores em tempo real etc. Além disso, o sociólogo vai falar sobre o novo desafio de se trabalhar frente ao tempo de uso das novas tecnologias interativas e qual seu impacto na vida das cidades modernas. Visitante assíduo do Brasil, De Masi lançou recentemente o livro "O Futuro Chegou: Modelos de Vida para uma Sociedade Desorientada".
No início da manhã, abrindo os painéis, foi apresentado o case sobre a experiência de Búzios, município da Região dos Lagos que passou a utilizar TI em sua administração. Os três painéis subsequentes vão abordar, baseado na experiência vivenciada em Pirai, quando da implantação da 1ª Cidade Digital do país, os caminhos de uma cidade digital à uma cidade inteligente A assessora especial da SECT, professora Maria Helena Cautiero, e os diretores da empresa Intel, Max Leite e Ersio Della Libera, vão ressaltar a importância e a urgência de se levar tecnologia para o cotidiano da população e para dentro da sala de aula, integrando a experiência da Cidade do Rio de Janeiro a caminhos já construídos de cidades digitais. Em suas exposições, procurarão identificar os novos caminhos de cidades inteligentes que têm se constituído a partir da "Internet das coisas" e de seu uso no cotidiano da cidade.
O painel "Políticas Públicas para Cidades Inteligentes" reuniu o Secretário Estadual de Ciência e Tecnologia do Rio, Tande Vieira, o Secretário Municipal de Ciência e Tecnologia, Franklin Coelho, e o Secretário Municipal de Conservação, Marcus Belchior. O objetivo principal deste painel é difundir as experiências de Cidades Inteligentes que já vêm sendo realizadas no Estado do Rio de Janeiro, em particular na Cidade do Rio de Janeiro, como os projetos do Centro de Operações Rio (COR), a Central 1746, o DATA RIO, os concursos Rio Ideias e Rio Apps, os Tags Smart City (Adesivos Inteligentes), o Big Data Urbano, as Naves do Conhecimento, entre outros.
A proposta do seminário é mostrar que as novas criações tecnológicas permitirão a melhoria das relações entre os cidadãos, as empresas e os governos, em contextos como administração e contabilidade, gestão dos ativos urbanos, mobilidade urbana, segurança pública, entre outros. O "Cidades Inteligentes" pretende aproximar quem gera ideias com quem as consome e levar para a discussão, com foco nacional, a revolução tecnológica dialogando com cidades como Cingapura e Barcelona, que desenvolvem processos semelhantes e, assim como o Rio de Janeiro, já têm parte de seu cotidiano administrativo regido por ferramentas de TI.
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