Rio de Janeiro, 12 de Setembro de 2026

Rio promove mutirão social para ex-ocupantes do terreno da Oi

Iniciou nesta sexta-feira, a inclusão no CAD Único, promovido pela Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio das secretarias municipais de Governo, Desenvolvimento Social, Obras e Trabalho e Emprego, das cerca de 1.400 famílias que faziam parte do grupo de integrantes da ocupação do prédio da Oi, no Engenho Novo, Zona Norte.

Sexta, 09 de Maio de 2014 às 07:26, por: CdB
oiGRANDE.jpg
O novo cadastramento vai permitir, a partir do perfil das pessoas, que elas possam vir a ser incluídas em programas sociais
Iniciou nesta sexta-feira, a inclusão no CAD Único, promovido pela Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio das secretarias municipais de Governo, Desenvolvimento Social, Obras e Trabalho e Emprego,  das cerca de 1.400 famílias que faziam parte do grupo de integrantes da ocupação do prédio da Oi, no Engenho Novo, Zona Norte. O novo cadastramento vai permitir, a partir do perfil das pessoas, que elas possam vir a ser incluídas em programas sociais como o Bolsa Família e o Cartão Família Carioca. Também serão oferecidos cursos de capacitação, com posterior encaminhamento ao mercado de trabalho. Dentre as oportunidades de emprego, o Sindicato da Construção Civil disponibilizará 300 vagas de capacitação. Os profissionais qualificados serão encaminhados para empresas do setor e, também, para obras públicas, através da secretaria municipal de obras. - O objetivo é oferecer oportunidades de trabalho. Através do primeiro cadastro, identificamos que 75% das pessoas têm menos de 35 anos de idade e 35% têm até 25 anos, ou seja, a maioria é uma população ativa. Vamos incluí-las no CAD Único, e as famílias que tiverem o perfil, serão encaminhadas ao Bolsa Família, e ao Cartão Família Carioca. Mas o principal objetivo é capacitar essas pessoas e oferecer oportunidades de emprego - explica o secretário de Governo, David Carlos Pereira Neto. O atendimento começou nesta sexta-feira, foram atendidas, em média, 150 pessoas por dia, que já tinham sido agendadas. Desde o dia 3 de maio, as famílias foram acolhidas pela Arquidiocese do Rio e transferidas para a Igreja Nossa Senhora do Loreto, na Ilha do Governador.
Tags:
Edições digital e impressa