Rio de Janeiro, 13 de Janeiro de 2026

Rio mantém trabalho permanente de combate ao mosquito Aedes aegypti

Com a chegada da época mais quente do ano, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) intensifica os trabalhos de prevenção da dengue, zika e chikungunya

Terça, 01 de Novembro de 2016 às 13:17, por: CdB

Com a expansão da rede de Atenção Primária, que saiu em 2008 de 3,5% de cobertura da Estratégia Saúde da Família para os atuais 65,5%, as ações de prevenção e orientação da população para a eliminação dos focos

Por Redação, com ARN - do Rio de Janeiro:

Com a chegada da época mais quente do ano, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) intensifica os trabalhos de prevenção da dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. O combate ao mosquito é permanente, com ações de rotina durante todo o ano, mesmo nos meses de menor incidência das doenças.

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Com a chegada da época mais quente do ano, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) intensifica os trabalhos de prevenção da dengue, zika e chikungunya

Com a expansão da rede de Atenção Primária, que saiu em 2008 de 3,5% de cobertura da Estratégia Saúde da Família para os atuais 65,5%, as ações de prevenção e orientação da população para a eliminação dos focos do mosquito também foram ampliadas e capilarizadas.

Pedidos de vistorias podem ser feitos pelo telefone da Central de Atendimento da Prefeitura do Rio. Pelo número 1746. De 30.313 solicitações feitas pelo serviço este ano. Até o momento, 93,6% foram atendidas pelos agentes de vigilância ambiental da SMS dentro de prazo de até cinco dias úteis.

Vistoria em imóveis

Este ano, a SMS já realizou 103 entradas compulsórias para vistoria em imóveis que estavam fechados e cujos proprietários. Mesmo após notificação, não entraram em contato com o órgão para liberar o acesso dos agentes.
 
O controle e prevenção dessas doenças compreendem ações rotineiras, que dependem também da colaboração da população para o seu sucesso efetivo. A maioria dos focos do mosquito (cerca de 80%) está no ambiente domiciliar (dentro ou ao redor dos imóveis). O que mostra que o combate ao Aedes aegypti é um dever de todos.

A participação da sociedade é fundamental, principalmente verificando e eliminando os possíveis criadouros dentro de suas casas. Evitando jogar lixo em locais inadequados, onde os detritos possam acumular água e propiciar o surgimento de criadouros do mosquito.

Esses cuidados independem da presença do agente de vigilância em saúde e podem ser adotados por todas as pessoas em suas próprias casas, diariamente.
 
Os agentes de vigilância ambiental em saúde, que fazem o trabalho de campo. São responsáveis por um número de visitas de inspeção e eliminação de depósitos que vêm aumentando a cada ano. Com maior eficiência na gestão e na prevenção da doença, como pode ser visto abaixo:
 
2012 - Visita de Inspeção = 7.677310 / Depósitos eliminados/tratados = 4.901.407
 
2013 - Visita de Inspeção = 8.374.975 / Depósitos eliminados/tratados = 4.964.267
 
2014 - Visita de Inspeção = 9.356.852 / Depósitos eliminados/tratados = 4.639.931
 
2015 - Visita de Inspeção = 10.075.249 / Depósitos eliminados/tratados = 4.355.406
 
2016 (até agora) - Visita de Inspeção = 10.206.658 / Depósitos eliminados/tratados = 3.141.138

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