Rio de Janeiro, 17 de Setembro de 2026

Rio irá receber delegacia móvel na orla da Zona Sul

Após uma onda de furtos na orla da Zona Sul do Rio, o governo prometeu instalar uma delegacia móvel. Segundo o tenente coronel Luiz Otávio da Rocha Lima, comandante do 23º Batalhão.

Quinta, 21 de Novembro de 2013 às 10:00, por: CdB
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Rio irá receber delegacia móvel na orla da Zona Sul
Após uma onda de furtos na orla da Zona Sul do Rio, o governo prometeu instalar uma delegacia móvel. Segundo o tenente coronel Luiz Otávio da Rocha Lima, comandante do 23º Batalhão, uma reunião irá reavaliar se a quantidade de agentes que patrulham a região está suficiente. Nesta sexta-feira, a Polícia vai informar o local em que a unidade ficará localizada. O feriado do Dia da Consciência Negra foi de sol e praias lotadas, mas os cariocas tiveram um dia tenso, com muita confusão nas areias. Agentes patrulhavam a orla, mas uma equipe de reportagem flagrou três arrastões em apenas um trecho do Leblon. Para resolver o problema que está recorrente, uma reunião com os policiais que patrulhavam a praia na quarta-feira e o comando vai tentar identificar os pontos mais críticos da orla. Segundo um balanço da Polícia Militar, 15 pessoas foram levadas para a delegacia e oito foram autuados por roubo, tentativa de roubo e desacato a autoridade. De acordo com informações do portal G1. - Vamos reavaliar. Temos uma reunião com os oficiais que trabalharam na quarta-feira e entendendo a real necessidade de um aumento certamente será solicitado e atendido para que a gente possa contemplar toda a orla - disse o tenente coronel Luiz Otávio da Rocha Lima. Segundo o tenente coronel Lima, homens fardados fazem o patrulhamento no calçadão e da areia. Existem na areia também agentes sem farda para monitorar  possíveis grupos que possam fazer delitos. A Guarda Municipal informou que vai ter um reajuste no número de homens atuando na orla do Rio; serão 400 ao todo – 140 apenas nas regiões do Arpoador, Ipanema e Leblon. Os policiais precisaram sair pelas ruas atrás do menor de idade suspeito de participar de um arrastão na areia. Houve correria em um dos pontos da praia. - Eu fui assaltado. Quem foi não dá para ver, junta uma massa de cinco, seis segurando o meu braço - contou o estudante Matheus de Andrade. - Eles arrebentaram o meu cordão, mas na hora eu percebi, segurei e aí eles não conseguiram levar nada  disse a estudante Ana Souza. No Arpoador, os arrastões flagrados durante o feriado da Consciência Negra, se repetiram, mesmo com o reforço no policiamento; eram 260 policiais militares e 140 guardas municipais na orla da Zona Sul. Apesar da quantidade, os banhistas ainda se sentiram inseguros. - A gente fica apreensiva. Você está andando e de repente você vê aquele movimento e você não sabe o que você faz. Você entra no primeiro lugar que você acha seguro, mas é estranho - disse a professora Alessandra Santana.
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