Rio de Janeiro, 23 de Setembro de 2026

Rio culpa radicais por confrontos em frente ao Palácio Guanabara

O governo do Estado do Rio distribuiu nota sobre os incidentes ocorridos na Rua Pinheiro Machado, em frente ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras, envolvendo manifestantes e policiais militares.

Terça, 13 de Agosto de 2013 às 08:35, por: CdB
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O governo do Estado do Rio distribuiu nota sobre os incidentes ocorridos na Rua Pinheiro Machado
O governo do Estado do Rio distribuiu nota sobre os incidentes ocorridos na Rua Pinheiro Machado, em frente ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras, envolvendo manifestantes e policiais militares. - O vice-governador, Luiz Fernando Pezão, e o subsecretário de Educação, Antonio Neto, receberam, em audiência no Palácio Guanabara, representantes do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino), para ouvir e manter o diálogo com o sindicato. Lamentavelmente, após a reunião, parte do grupo decidiu ocupar o palácio. Irredutíveis, (eles) foram retirados do local pela segurança". O governo informa ainda, na nota, que, "infelizmente, em seguida, grupos radicais desejosos do confronto chegaram à frente do palácio com ações violentas e tentativas de invasão, chutando o gradil, jogando coquetéis molotov e atirando rojões. Esses grupos não estão interessados no diálogo e na democracia. Apenas apostam no caos". Os manifestantes entraram em confronto com a polícia, derrubando as grades que protegiam o palácio e a polícia respondeu com gás de pimenta e bombas de efeito moral. Os manifestantes revidaram atirando rojões e pedras nos policiais. Um policial foi atingido com uma pedrada no rosto. Os policiais avançaram contra o grupo para dispersá-los e, na fuga, os manifestantes iniciaram uma série de depredações, ateando fogo em lixeiras, placas de publicidade e em uma banca de revistas. A tropa de choque foi acionada e dispersou os manifestantes jogando bombas de efeito moral e de gás lacrimogênio. Os manifestantes em fuga seguem pelas ruas internas do bairro de Laranjeiras e em direção ao Largo do Machado espalhando lixo pelas ruas e quebrando garrafas. Os manifestantes protestavam contra a eleição do vereador Chiquinho Brazão (PMDB) para a presidência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Ônibus na Câmara Municipal do Rio. Eles reivindicavam que o cargo seja ocupado pelo vereador Eliomar Coelho (PSOL), que propôs a instalação da comissão. Pela tradição parlamentar, o cargo deveria ter sido ocupado pelo autor da proposta. Eles ainda cobram providências sobre o caso do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, desaparecido desde o dia 14 de julho, após ser levado por policiais militares para averiguação na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha. O protesto começou por volta de 19h e, em um primeiro momento, os policiais evitaram responder às agressões e provocações dos manifestantes. Um rojão jogado pelos manifestantes atingiu uma fotógrafa e, por pouco, a bomba não explodiu nas costas dela.  
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