Rio de Janeiro, 26 de Outubro de 2026

Rio abre sua Conferência de Cidades

Sexta, 19 de Outubro de 2007 às 08:06, por: CdB

O ministro das Cidades, Márcio Fortes, e o vice-governador e secretário de Obras do Rio, Luiz Fernando Pezão, abrem, nesta sexta-feira, às 19h, a 3ª Conferência das Cidades do Rio, no ginásio de esportes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

O objetivo é definir as políticas de desenvolvimento urbano a serem apresentadas na Conferência Nacional das Cidades, prevista para o próximo mês em Brasília. O encontro prossegue no sábado e domingo, com a participação de prefeitos e secretários do Estado.

A Conferência das Cidades é um importante espaço de diálogo entre o governo e a sociedade civil. — Vamos discutir a implementação da política urbana para nosso Estado, com o objetivo de construir cidades mais justas, democráticas e sustentáveis — afirmou o vice-governador e presidente da conferência, Luiz Fernando Pezão.

Ao longo do ano, foram realizadas as conferências municipais, que apontaram algumas políticas de desenvolvimento urbano que serão definidas no encontro estadual. A implantação do transporte hidroviário em São Gonçalo, a reativação de ferrovias na Baixada Fluminense, a ampliação do Guandu e das redes adutoras de distribuição, a duplicação da Rodovia Presidente Dutra na Serra das Araras, a ocupação planejada para fins habitacionais de grandes áreas da União como a Cidade dos Meninos em Duque de Caxias e a construção de uma rodovia ligando os municípios de Campos, Macaé e São Francisco de Itabapoana, por exemplo, são algumas ações reivindicadas pelas cidades.

— Muitos municípios acabaram de aprovar seus planos diretores participativos de desenvolvimento urbano - a grande maioria com recursos federais – em que, com a participação da sociedade, foram traçadas diretrizes que vão nortear o seu crescimento e desenvolvimento. O governo federal tem anunciado a liberação de recursos para projetos de arquitetura e engenharia. É a grande oportunidade de o estado e os municípios desenvolverem projetos que vão fazer parte de um acervo e possibilitar a abertura de processos para a captação de recursos para implementá-los — destacou Pezão.

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