Rio de Janeiro, 05 de Setembro de 2026

Rio-2016: Parque Aquático Júlio Delamare não deve sediar os Jogos

O Parque Aquático Júlio Delamare, no Complexo Esportivo do Maracanã, deve ser excluído das competições das Olimpíadas de 2016, disse nesta quarta-feira o secretário estadual de Casa Civil, Leonardo Espíndola.

Quarta, 20 de Maio de 2015 às 11:07, por: CdB
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As competições preliminares do atletismo devem ser transferidas para o Parque Aquático Maria Lenk ou para o Complexo Esportivo de Deodoro
  O Parque Aquático Júlio Delamare, no Complexo Esportivo do Maracanã, deve ser excluído das competições das Olimpíadas de 2016, disse nesta quarta-feira o secretário estadual de Casa Civil, Leonardo Espíndola. O equipamento esportivo seria usado para competições preliminares do pólo aquático. Segundo o secretário, a decisão busca reduzir os custos que seriam investidos no Júlio Delamare para adaptá-lo às exigências do Comitê Olímpico Internacional. Uma nova piscina de aquecimento e nova arquibancada estão entre as estruturas que precisariam ser construídas, e o custo total seria de cerca de R$ 60 milhões. - Vamos alocar esses recursos, que são obrigação da concessionária, em outros equipamentos do entorno do Maracanã - disse o secretário, que classificou como prioritária a remodelação do Estádio de Atletismo Célio de Barros e a reforma do próprio Júlio Delamare, cujo investimento deve cair à metade. As competições preliminares do atletismo devem ser transferidas para o Parque Aquático Maria Lenk ou para o Complexo Esportivo de Deodoro. Leonardo Espíndola adiantou que, com base em um estudo da Fundação Getulio Vargas para a remodelação do equilíbrio econômico da concessão do Maracanã, o Estado deve pedir investimentos de pelo menos R$ 120 milhões à concessionária Odebrecht no estádio e no entorno. A empresa havia proposto investir R$ 90 milhões, fundamentada em outro estudo, da consultoria Ernest & Young. O secretário representou o governo do Estado em uma reunião de prestação de contas do governo e do Comitê Rio 2016 com o Comitê Olímpico Internacional (COI). O ministro do Esporte, George Hilton, também participou da reunião e afirmou que o COI demonstrou satisfação com o que foi apresentado. Hilton destacou que o governo trabalha para aprovar no Congresso Nacional novas regras aduaneiras para facilitar a importação de equipamentos que serão usados nos jogos. "No geral, a avaliação é que as coisas estão indo muito bem."
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