O juiz Sidney Rosa, titular da 3ª Vara Criminal do Rio, determinou que o pedido de revogação da prisão de Alessandra Ramalho D'Ávila Nunes seja encaminhado, primeiramente, ao Ministério Público estadual para análise do promotor Marcelo Monteiro. Somente após o parecer do MP, o juiz decidirá se mantém a prisão ou atende ao pedido da defesa de Alessandra Ramalho.
Alessandra é suspeita da morte do marido, o empresário Renato Biasoto Mano Júnior, de 52 anos, ocorrido no último sábado, dia 13, em um condomínio de luxo na Avenida Lúcio Costa, em frente à praia, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
O empresário teria sido ferido a facadas no rosto e no peito ainda no apartamento. Ao sair para buscar socorro, morreu no hall do prédio.
A prisão temporária de Alessandra Ramalho, pelo período de cinco dias, foi decretada no mesmo dia do crime, pela juíza Michelle de Gouvêa Pestana Sampaio, durante o Plantão Judiciário.
O pedido foi formulado pela 16ª DP, na Barra da Tijuca, que investiga o crime. Após o Plantão, cópias do inquérito foram distribuídas para a 3ª Vara Criminal, que tem competência de Tribunal do Júri. A defesa alega que a dupla nacionalidade de Alessandra, nascida nos Estados Unidos, não é motivo para a decretação da prisão.
Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2026
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