Rio de Janeiro, 17 de Agosto de 2026

Retirada de aviões estacionados em aeroportos será em março

O Ministério da Defesa, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) firmaram acordo de cooperação para o desenvolvimento do programa Espaço Livre Aeroporto. O programa tem como objetivo retirar 119 aeronaves que estão sob custódia do Poder Judiciário e estacionadas nos aeroportos brasileiros.

Quarta, 02 de Fevereiro de 2011 às 02:35, por: CdB
 O Ministério da Defesa, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) firmaram acordo de cooperação para o desenvolvimento do programa Espaço Livre Aeroporto. Desenvolvido pela Corregedoria Nacional de Justiça, o programa tem como objetivo retirar 119 aeronaves que estão sob custódia do Poder Judiciário – por questões de falência, recuperação judicial ou apreensão por crime –, estacionadas nos aeroportos brasileiros. Os trabalhos de desmonte e remoção dos aviões devem começar em março.   Também firmaram o acordo o Tribunal de Contas da União, o comando da Aeronáutica, Tribunal de Justiça de São Paulo, o Conselho Nacional do Ministério Público e a Agência Nacional de Aviação Civil. As aeronaves de empresas falidas, como as da Vasp e Transbrasil, por exemplo, ocupam um grande espaço nos aeroportos mais movimentados do país. A primeira ação do programa tem como alvo as 27 aeronaves da Vasp, cuja falência foi decretada em 2008, que estão ociosas e espalhadas em aeroportos do país há cerca de seis anos. Cada aeronave tem um custo médio diário de estadia nos aeroportos de R$ 1.200, que é pago pelos credores da Vasp. Nove aeronaves estão no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, mas também há aeronaves nos aeroportos das cidades do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Manaus, Brasília, Campinas e Guarulhos.
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