Republicanos, divididos, fazem esforço de última hora para resgatar plano da dívida
Os líderes republicanos dos Estados Unidos tentavam resgatar seu plano de redução de déficit nesta sexta-feira, depois que uma revolta dos conservadores gerou incerteza sobre os esforços para evitar a moratória da dívida do país.
Os líderes republicanos dos Estados Unidos tentavam resgatar seu plano de redução de déficit nesta sexta-feira, depois que uma revolta dos conservadores gerou incerteza sobre os esforços para evitar a moratória da dívida do país.
O presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, não conseguiu apoio suficiente para o seu plano, na véspera, e expôs uma fratura no Partido Republicano. As divergências prejudicam as chances de um acordo para elevar o teto de endividamento dos EUA antes do prazo final, na terça-feira.
O presidente Barack Obama diz que, a menos que democratas e republicanos cheguem a um acordo, o governo não poderá pagar suas contas a partir de 2 de agosto. Essa perspectiva, antes impensável, está irritando cada vez mais os investidores.
Com apenas quatro dias restantes, o Tesouro norte-americano pode revelar ainda nesta sexta-feira um plano de emergência, explicando como o governo funcionaria e pagaria suas obrigações se o Congresso não concordasse em elevar o limite de dívida, atualmente em US$ 14,3 trilhões.
Os republicanos da Câmara iriam se encontrar às 11h (horário de Brasília) para discutir o próximo passo, já que Boehner não conseguiu superar a oposição dentro do partido, obrigando-o a abandonar a votação da proposta de lei planejada para a noite passada.
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