Rio de Janeiro, 19 de Setembro de 2026

Republicanos começam a dar sinais que vão aumentar teto da dívida

Deputados republicanos dos Estados Unidos consideram apoiar um aumento de curto prazo na capacidade de empréstimo do governo para ganhar tempo nas negociações sobre medidas mais amplas, de acordo com assessor da liderança republicana.

Quinta, 10 de Outubro de 2013 às 11:08, por: CdB
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Deputados republicanos dos Estados Unidos consideram apoiar um aumento de curto prazo na capacidade de empréstimo
Deputados republicanos dos Estados Unidos consideram apoiar um aumento de curto prazo na capacidade de empréstimo do governo para ganhar tempo nas negociações sobre medidas mais amplas, de acordo com assessor da liderança republicana. Por quanto tempo a elevação será suficiente – algumas semanas ou alguns meses – ainda não está definido. Mas o acordo pelos republicanos e democratas para elevar o teto da dívida iria, no mínimo, evitar um possível default após 17 de outubro, quando o secretário do Tesouro dos EUA, Jack Lew, disse que o governo não será mais capaz de tomar empréstimo. O presidente do país, Barack Obama, disse que irá aceitar uma elevação de duração limitada no teto da dívida desde que não haja exigências especiais, exceto talvez um acordo sem compromisso para discutir o tema. Não estava claro, na noite passada, o quão longe os republicanos podem estar preparados para ir a fim de cumprir as condições de Obama. A oposição na Câmara vêm exigindo uma variedade de condições –incluindo mudanças na lei da reforma na saúde de Obama – em troca do apoio à elevação do teto da dívida e à reabertura do governo, que está parcialmente paralisado desde 1º de outubro. Entretanto, nos últimos dias, a ênfase dos republicanos têm se voltado mais para as medidas de redução de déficit e menos para o Obamacare, como é conhecida a lei de reforma na saúde. Obama tem tentado convencer os republicanos moderados a romper com os conservadores do Tea Party e forçar Boehner, o principal republicano em Washington, a permitir uma votação de um projeto de lei de gastos de curto prazo para acabar com a paralisação do governo dos EUA e retirar a ameaça de uma moratória. – O presidente acreditava que era importante falar diretamente com os membros que forçaram esta crise econômica no país sobre como a paralisação e um fracasso em pagar as contas do país poderiam devastar a economia – afirmou ele. A Casa Branca, ainda na manhã desta quinta-feira, criticou o presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, John Boehner por sua decisão de não deixar que todos os republicanos da Casa participassem da reunião na Casa Branca. O presidente Barack Obama discutiu com democratas e republicanos a crise do Orçamento e o teto da dívida.
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