Rio de Janeiro, 03 de Setembro de 2026

Repressão USP, ditadura já age pelo fim da liberdade.

Sexta, 20 de Maio de 2011 às 10:41, por: CdB

Por Pensar, tentar 20/05/2011 às 16:15

Agora o "Estado" vai querer aproveitar-se desse crime para implantar a repressão e catracas.
Leia a notícia abaixo.
Era a desculpa e agora tudo "sem pressa"

Assalto ou Extermínio?
Por Pensar, tentar. 19/05/2011 às 17:14

Quem tem provas de que foi assalto ou se foi vingança.



Quem tem provas de que foi assalto ou se foi vingança.
Pois foi uma ação de extermínio, tiro na cabeça é típico. Consulte um policial.

Agora o "Estado" vai querer aproveitar-se desse crime para implantar a repressão e catracas.

A Fea não pode ter tratamento diferenciado.

Basta com a privatização e Prevaricação da USP.

Porque os automóveis não são fotografados quando entram na USP com horário e data, e quando saem, o mesmo procedimento?


Reitoria da USP está "autorizada" a ampliar ação da PM no campus após aluno ser morto na USP
20/05/2011 - 13h29 | do UOL Notícias

Fabiana Uchinaka
Em São Paulo

Em reunião de emergência, após aluno ser morto na USP (Universidade de São Paulo), o Conselho Gestor do Campus da USP, em São Paulo, autorizou a reitoria da instituição a "estabelecer um protocolo" de atuação da PM (Polícia Militar) "de imediato" na Cidade Universitária. A decisão foi tomada em reunião extraordinária na manhã desta sexta-feira (20) e informada pelo presidente desse órgão, José Roberto Cardoso.
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A reitoria ficará responsável por estabelecer quais seriam os limites dessa atuação -- atualmente, a força policial faz algumas rondas diárias dentro do campus na zona oeste de São Paulo. Os policiais fazem as blitze de carro e de bicicleta.
Nada vai ser "apressado"
Segundo Cardoso -- que não detalhou as outras ações em curso --, nada vai ser "acelerado" porque já está encaminhado um plano de ações para melhorar a segurança do campus. "É um processo e não vamos atropelar o ritual de licitação", disse Cardoso.
A instalação de mais câmeras de segurança, a melhoria da iluminação nos espaços fora dos prédios e o aumento do números de vigilantes da Guarda Universitária já estão em curso, segundo Cardoso, que evitou dar prazos ou datas.
No início do evento, Adilson Carvalho, representante da reitoria da USP, relatou justamente essas medidas "em curso". No entanto, não há número de câmeras que seriam adquiridas nem qual seria a proporção de aumento na equipe de vigilância. Segundo ele, a intenção é colocar duas câmeras em cada portaria -- uma com foco no motorista e outra, na placa.
O assistente da reitoria também afirmou que irá solicitar aumento na capacidade de armazenamento de dados nos arquivos da USP -- como imagens das câmeras de segurança. "Vou pedir isso imediatamente, para que esteja em uso dentro de um mês", disse.
"Queriam aprovar o protocolo"
A reunião de emergência foi "muito protocolar" e não apresentou resultados significativos na opinião do representante dos alunos no órgão, Adrian Fuentes, que também é diretor do DCE (Diretório Central dos Estudantes).
"Queriam aprovar o protocolo [que autoriza a reitoria a ampliar a ação da Polícia Militar dentro do campus] que é muito obscuro e ninguém sabe muito bem do que se trata", afirmou Fuentes. "Não apresentou resultados significativos", disse.
"Não foi discutido se a comunidade uspiana vai participar [da elaboração desse documento que amplia a ação da PM]", comentou o representante discente. Para ele, tudo indica que as decisões vão ficar centralizadas "nas mãos do reitor [João Grandino Rodas]".
Fuentes relatou, ainda, que apenas ele e mais uma diretora votaram contra autorizar a reitoria a tomar as decisões sobre esse assunto.
Retorno na FEA
Nesta sexta, a FEA (Faculdade de Economia e Administração) começou a retomar a rotina. Em frente à instituição, o vai e vem de jornalistas e estudantes de outras unidades que agitou o campus ontem deu lugar à movimentação normal dos dias de aula.
Mas alguma coisa mudou para os universitários? "Só de não ter milhares de jornalistas já está diferente", comenta o aluno de economia Diego Pinheiro, 21. Para ele, o clima de insegurança é anterior ao trágico acontecimento. "A gente já tinha essa preocupação", afirma.
"Está um clima de insegurança ainda", diz Guilherme Cunha de Carvalho, 19, estudante de administração. "Até os nossos pais não querem que a gente venha [para a faculdade]". Para Guilherme, a situação é mais tranquila para os universitários da manhã, uma vez que o principal problema de segurança apontado é a falta de iluminação

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