O corregedor interno da polícia civil, delegado Jorge Abreu, recebeu na manhã desta segunda-feira, em reunião, a representante da ONU para casos de execução sumária, a paquistanesa Asma Jahandir.
Durante a visita, que durou cerca de uma hora, o corregedor explicou como funciona o mecanismo de apuração da corregedoria no que se refere a crimes praticados por policiais civis e que não existem casos de inquéritos envolvendo policiais a grupos de extermínio no Estado
- Os crimes relacionados a grupos de extermínio são completamente diferentes dos crimes que estamos atualmente acostumados a apurar. Expliquei a ela que os crimes de corrupção e abuso de autoridade são os mais comuns verificados pela Corregedoria. Mostrei também que o crime praticado por grupos de extermínio não deve ser confundido com a morte de pessoas quando há operações policiais com o objetivo de prender bandidos - concluiu o corregedor.