O ministro Joaquim Barbosa, do STF, que recebeu a denúncia do procurador-geral Antônio Fernando sobre a "organização de natureza criminosa" e o caso do mensalão adverte: os julgamentos não acontecerão antes de dois anos. (Leia mais)
O ministro do STF Joaquim Barbosa, relator do caso envolvendo a "organização de natureza criminosa" denunciada pelo procurador-geral da República, tem razão quando alerta para as distorções que o foro privilegiado acarreta. Quem conhece o ritmo em que funciona o Judiciário brasileiro, quando tem em mãos casos envolvendo gente influente, sabe que a coisa vai demorar muito. Penso até que Barbosa foi econômico ao prever dois anos para os julgamentos relacionados com o "mensalão". É coisa para não ser julgada nunca.
Haja banho de ética!
O Ministério Público vai ouvir nesta terça-feira o depoimento do estilista Rogério Figueiredo. Ele diz que vai provar ter dado de presente a Lu Alckmin 400 vestidos finos, num valor superior a R$ 2 milhões. Promete exibir croquis e fotos dos modelitos doados. Como Lu, a mulher de Geraldo "Banho de Ética" Alckmin, desprezou seus serviços, passando a comprar roupas na Daslu, Figueiredo aborreceu-se e vazou a informação. Em sua defesa, Lu afirma ter recebido de Figueiredo "apenas" 49 vestidos de luxo.
Okamotto volta à berlinda
A CPI dos Bingos deve votar nesta terça-feira, mais um vez, a quebra do sigilo bancário de Paulo Okamotto - o
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