A maioria dos desabrigados vive no local há dois anos e estabeleceram uma ordem social com líderes comunitários, conhecidos como xeques.
Um correspondente da BBC diz que negociações estão em andamento para libertar os reféns, que são de três agências de ajuda - duas sudanesas e uma americana.
Cerca de 2 milhões de pessoas foram forçadas a deixar suas casas desde o início do conflito entre os rebeldes africanos de Darfur e milicianos árabes, em 2003.
Apesar do acordo de paz assinado em julho, muitos refugiados ainda temem voltar às suas casas, já que a violência no país continua.
Retirada
No início do mês, a ONU disse que estava retirando todo o seu pessoal não essencial do oeste de Darfur devido à retomada da violência.
Nas últimas semanas, pessoas desabrigadas foram atacadas e mortas por milicianos pró-governo mesmo nos campos de refugiados.
O governo sudanês nega as acusações de que apóia a milícia Janjaweed, acusada de cometer atrocidades.
Os rebeldes já seqüestraram membros da força de paz da União Africana, e funcionários de ONGs no oeste de Darfur têm sido alvos regulares de ataques.