Receita de Internet do Google cresce 19% no primeiro trimestre
A receita do Google com o negócio de Internet cresceu 19 % no primeiro trimestre, ficando abaixo das expectativas de Wall Street, com o preço da publicidade online ainda em queda. As ações do Google recuaram 5,7%, a US$ 525, no after-market.
A receita do Google com o negócio de Internet cresceu 19 % no primeiro trimestre
A receita do Google com o negócio de Internet cresceu 19 % no primeiro trimestre, ficando abaixo das expectativas de Wall Street, com o preço da publicidade online ainda em queda. As ações do Google recuaram 5,7%, a US$ 525, no after-market.
O número de "cliques pagos" pelos usuários nos anúncios do Google subiu 26% na comparação anual, enquanto o "custo por clique" médio recuou 9%. A receita da companhia com a Internet, seu principal negócio, somou US$ 15,42 bilhões nos três primeiros meses do ano ante US$ 12,95 bilhões no mesmo período do ano passado.
O Google teve lucro líquido de US$ 3,45 bilhões, ou US$ 5,04 por ação, nos três primeiros meses do ano, comparado a um lucro de US$ 3,35 bilhões, ou US$ 4,97 por ação, no mesmo período do ano passado. Excluindo alguns itens, o Google disse que o lucro por ação foi de US$ 6,27.
O Google divulgou uma perda líquida de US$ 198 milhões com "operações descontinuadas", incluindo o negócio de smartphone da Motorola. O Google anunciou em janeiro planos de vender o negócio deficitário para o grupo chinês Lenovo, por US$ 2,91 bilhões.
Telefónica
Os acionistas da Telecom Italia elegeram Giuseppe Recchi como presidente do Conselho, em uma renovação que nomeou, pela primeira vez, diretores independentes para supervisionar o maior grupo de telecomunicações da Itália. As mudanças, que asseguraram que o Conselho não tivesse executivos da Telefónica, maior acionista da companhia, foram bem recebidas pelos investidores minoritários preocupados com um possível conflito de interesses porque as empresas espanhola e italiana operam como concorrentes no Brasil.
A medida também teve como objetivo auxiliar o presidente-executivo Marco Patuano a dar foco ao avanço do grupo, cuja dívida líquida de quase 27 bilhões de euros (US$ 37 bilhões) chega a quase três vezes o lucro do seu negócio principal.
Recchi, ex-executivo da General Electric e presidente do Conselho do grupo petrolífero Eni, ganhou 97% dos votos.
Recchi foi o candidato apresentado pela Telco, grupo liderado pela Telefónica que detém 22,4% da empresa italiana, embora não tenha laços com o conglomerado, sendo, portanto, um presidente independente.
O conselho da Telecom Italia foi por anos dominado pela Telco. A falta de uma representação adequada para os investidores minoritários levou a um motim no ano passado, a fim de provocar mudanças no Conselho.
Temendo mais tumultos, a Telco propôs um novo grupo no mês passado, liderada por executivos independentes como Recchi.
Patuano enfrenta escolhas difíceis sobre a futura estratégia do grupo no Brasil, um mercado que deverá passar por consolidação e onde sua subsidiária TIM Brasil concorre diretamente com a subsidiária da Telefónica, a Vivo.
Fontes próximas à Telefónica disseram que o grupo quer partilhar a TIM Brasil e dividir seus ativos com outras empresas. O empresário italiano Marco Fossati, que é o segundo maior acionista da Telecom Italia com fatia de 5%, se manifestou contra a ideia e sugeriu combinar a TIM Brasil com a operadora de banda larga GVT, uma subsidiária da francesa Vivendi.
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