Rio de Janeiro, 12 de Maio de 2026

Rebelião termina sem mortes em Bangu

Como informou na tarde desta sexta-feira o comandante da Polícia Militar, coronel Francisco Braz, terminou a rebelião na Casa de Custódia Jorge Santana, no Complexo Penitenciário de Bangu. Segundo o coronel, os detentos entregaram as armas quando o veículo blindado do Batalhão de Operações Especiais (Bope) conhecido como "Caveirão" entrou na casa de custódia. (Leia Mais)

Sexta, 01 de Novembro de 2002 às 12:57, por: CdB

Como informou na tarde desta sexta-feira o comandante da Polícia Militar, coronel Francisco Braz, terminou a rebelião na Casa de Custódia Jorge Santana, no Complexo Penitenciário de Bangu. Segundo o coronel, os detentos entregaram as armas quando o veículo blindado do Batalhão de Operações Especiais (Bope) conhecido como "Caveirão" entrou na casa de custódia. Temendo uma invasão, os presos libertaram os seis policiais que eram mantidos reféns e se renderam. No momento, está sendo feita uma contagem dos detentos, de acordo com Braz. Pouco antes da rendição incondicional, foi libertado no início da tarde desta sexta-feira um dos sete policiais militares que vinham sendo mantidos reféns na rebelião da Casa de Custódia Jorge Santana, em Bangu, no Rio de Janeiro, desde o início da manhã desta sexta. Os detentos rebelados amarraram um dos sete policiais militares feitos reféns no início da rebelião a um botijão de gás e ameaçam detoná-lo a qualquer momento. Eles negociaram com o comandante-geral da PM, Francisco Braz, e exigiam a troca da empresa fornecedora de alimentos e a transferência de alguns detentos. Ao todo, 159 homens do Choque cercaram o local. Pelo menos 4 presos fugiram; um foi recapturado.

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