Terminou, no início da tarde desta terça-feira, a rebelião que durou cerca de 27 horas no Presídio de São Luís, localizado no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão. Os cinco agentes penitenciários que eram mantidos reféns foram libertados e passam bem. A rebelião deixou doze mortos. Na manhã desta terça-feira, uma segunda unidade prisional dentro do complexo se rebelou. Duas das 12 mortes ocorreram nesta unidade. A unidade tem cerca de 230 presos e não está superlotada. As negociações com os detentos rebelados foram retomadas por volta das 8h desta terça-feira, depois de mais de 13 horas de interrupção. A rebelião começou por volta das 9h desta segunda-feira. Segundo a PM, não houve tentativa de fuga e o motivo da rebelião era o acerto de contas entre facções rivais. O motim começou quando os presos dominaram um agente penitenciário e tomaram sua arma. A governadora Roseana Sarney (PMDB) pediu apoio ao Ministério da Justiça para as negociações. Policiais especializados em negociações com presos foram enviados pelo Ministério da Justiça, além de agentes da Força Nacional de Segurança. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, afirmou que no complexo de Pedrinhas “há um estado de tensão permanente entre facções de presos” e que “no Maranhão, assim como nos demais estados, a superlotação dos presídios é uma realidade”. A secretaria diz ainda que esse problema está sendo enfrentado pelo governo do Estado com a construção de novas unidades prisionais.
Rebelião em presídio de São Luís dura 27 horas
Terminou, no início da tarde desta terça-feira, a rebelião que durou cerca de 27 horas no Presídio de São Luís, localizado no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão. Os cinco agentes penitenciários que eram mantidos reféns foram libertados e passam bem. A rebelião deixou doze mortos.
Terça, 09 de Novembro de 2010 às 08:37, por: CdB