A Rebelião na Casa de Custódia Pedro Melo, no Complexo Penitenciário de Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, entrou no segundo dia, sem uma solução para o fim do impasse. Os presos já ocupam toda a unidade e mantêm sete policiais militares reféns, segundo eles amarrados a um botijão de gás. As negociações com os amotinados, suspensas na noite de segunda-feira, recomeçaram nesta manhã. A rebelião teve início no café da manhã. Os policias foram tomados como reféns e cerca de 30 presos conseguiram fugir da cadeia. Pelo menos 12 deles já foram recapturados, segundo as autoridades. Os amotinados exigem a transferência dos presos já condenados para uma unidade penitenciária, uma vez que a Casa de Custódia Pedro Melo tem capacidade para 500, mas abriga 575. Há informações, ainda não confirmadas, de que um dos policiais reféns passou mal e teria sido substituído por outro. As negociações estão a cargo do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Renato Hottz. Um dos presos teria usado um telefone celular para dizer que os rebelados estão armados com revólveres e até uma granada.
Rebelião em Bangu está longe do fim
A Rebelião na Casa de Custódia Pedro Melo, no Complexo Penitenciário de Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, entrou no segundo dia, sem uma solução para o fim do impasse. Os presos já ocupam toda a unidade e mantêm sete policiais militares reféns, segundo eles amarrados a um botijão de gás.
Terça, 21 de Janeiro de 2003 às 14:09, por: CdB