"Eu gostaria de enfatizar que nós somos favoráveis ao controle da inflação e à estabilidade fiscal que, para nós, são fundamentais para a recuperação da economia mundial. Mas, isso tem que ter como objetivo criar condições para o crescimento econômico e a inclusão social, sobretudo naqueles países onde parcelas enormes da população ainda vivem em situação de pobreza ou de extrema pobreza".
Com a declaração, a presidenta Dilma Rousseff encerrou (ontem) seu pronunciamento na reunião de cúpula dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e agora África do Sul), da qual participou na China, durante sua visita de uma semana ao país, a se encerrar hoje.
À plateia que incluia o presidente do governo da Espanha, primeiro-ministro, José Luiz Zapatero, o presidente da China, Hu Jintao, além de outros chefes de Estado e empresários, a presidenta registrou o protesto brasileiro contra medidas adotadas por outros países - Estados Unidos à frente - que afetam a economia dos emergentes.
"A expansão da liquidez por parte dos países avançados - acentuou a chefe do Estado brasileiro - pressiona a inflação mundial e aprecia as moedas de vários países, sobretudo dos exportadores de commodities, ao mesmo tempo em que promove a insegurança alimentar e energética em outras nações." (Leiam, também, o post abaixo).
Reafirmada a ênfase no combate a inflação
Sábado, 16 de Abril de 2011 às 06:40, por: CdB