Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2026

Questões delicadas

Quarta, 13 de Julho de 2011 às 06:11, por: CdB

Por Haroldo Pacheco da Silveira Santos 13/07/2011 às 11:48

Sobre homossexualismo, política e religião.

Às vezes é difícil explicar para um homossexual que você não é contra a minoria da qual ele faz parte só porque não considera certos comportamentos como saudáveis e divulgáveis. O preconceito pode partir das minorias. É difícil explicar que o Che Guevara não foi herói e que a escritora Isabel Allende não é a filha do Salvador num momento em que seu interlocutor militante está empolgado ou em surto. Afirmar que o Roberto Marinho não era perverso e só aproveitou brecha da lei pode afastar muita gente boa. Diante de um esquerdista que quer impor seu pensamento às massas em nome delas como questionar João Goulart, Brizola e Carlos Marighella e afirmar que Dom Pedro I e Getúlio Vargas podem ter sido muito piores que a ditadura militar? Como não ser tachado de lacaio da burguesia ao explicar que os americanos produziram ou possibilitaram muitas coisas boas e que um domínio de soviéticos, de muçulmanos ou de chineses da etnia Han poderia ser muito pior?
É preciso considerar que a maioria dos homossexuais têm muito poder aquisitivo e que os homossexuais que não se expõem muito raramente são perturbados.
O Caetano Veloso ficou extremamente revoltado quando alguns anos atrás um jornalista americano o considerou homossexual. Mas recentemente segundo uma revista ele disse que todo mundo é bissexual.
Confunde-se a não rigidez de papéis sociais e familiares atribuíveis aos sexos com bissexualidade. Segundo estudos o homossexualismo no sentido de práticas genitais é energeticamente e espiritualmente desequilibrante. Pelo menos alguns milhões de pessoas acreditamos nisto. Outros milhões podem ser contra o homossexualismo por convencionalismo ou insegurança. Um problema que se resolve principalmente com Educação. Mas Educação de verdade, não propaganda do homossexualismo.
Dependendo do tipo de educação recebida um indivíduo saudável pode não ligar muito para sexo. Isto depende também de hormônios, de companhias e até de operação de fimose que deixando a glande muito exposta tira muito da sensibilidade e da motivação.
É muito chato estar na sala de TV no seminário e ver dois colegas se beijando na boca. Antes e depois de se perceber movimentações estranhas no dormitório à noite e ter que ouvir certas histórias no refeitório. Ou perder emprego num shopping por causa de armações de homossexuais porque não se quis entrar no time deles. Mais chato ainda é pegar carona com um cara de bigode e depois descobrir que ele é gay e está com segundas intenções. Ou estar trabalhando na rua perto de muita gente e um homossexual puxando conversa falar bem alto que muitos grandes homens eram homossexuais, inclusive o Leonardo da Vinci (não sei de onde alguns homossexuais tiraram isto) e arrematar "E não adianta, se você não gosta da fruta não adianta casar." Não casei principalmente por falta de estabilidade financeira e porque quando criança me condicionei para ser padre. Tentei explicar para um amigo homossexual que se considerava judeu que não sou judeu, que minha operação de fimose não foi feita por motivo religioso. Não esperava que ele ia dizer "Deixa eu ver". Não mostrei e tive que cortar a amizade.
Acontece que eu gosto da fruta, ou melhor, de mulher. Não entendo como pode um homem não gostar mas respeito.

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