Um magistrado queniano absolveu três homens nesta segunda-feira de conspiração em um ataque suicida de 2002, reivindicado pela Al Qaeda, que matou 15 pessoas em um hotel cujo dono é um israelense.
- Cheguei à conclusão de que a promotoria falhou e houve dúvidas para provar este caso - afirmou o magistrado chefe Aggrey Muchelule à Corte.
Ele disse que não havia evidências de que os réus - Salmin Mohammed Khamis, Mohammed Kubwa Seif e Said Saggar Ahmed - eram ligados à Al Qaeda.
Três israelenses e 12 quenianos foram mortos após dois suicidas terem avançado as barreiras do Paradise Hotel em veículos cheios de explosivos no dia 28 de novembro de 2002.