Morto há quase três décadas, Elvis continua sendo cofrinho de muita gente (parentes, gravadora, estúdios, pop-stars emergentes, decadentes, etc...). Com previsão de lançamentos de DVDs inéditos, sucessos remixados por DJs modernos, o maior astro do rock americano continua na mídia e na camisa de muita gente. A bola, ou boa, da vez é uma re-edição comemorativa com cinco mil compactos da música That`s All Right, mama. O lançamento vai celebrar os 50 anos do rock` n` roll. O disquinho de vinil vai trazer também a música Blue moon of Kentucky.
Mas a celebração da data importante não para por aí. Toda boa idéia tem boas intenções, e disso o inferno está cheio. O ídolo pop emergente da vez, Justin Timberlake, já está confirmado para fazer um show simbólico pela data (e por Elvis). E por que ele? Porque, assim como Elvis, nasceu na cidade de Memphis.
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Agora, falando dos vivos, uma multidão de curiosos parece ter ressuscitado para Jorge Ben com sua música no filme Pelé eterno. Para quem não sabe, Reactivus amor est (Turba philosophorum), seu primeiro disco em quase 10 anos, está em fase de produção.
Com essa repaginada na carreira de Jorge, espera-se que seus discos fiquem mais fáceis de achar... e baratos. Samba esquema novo e Ben é samba bom são obras fundamentais da música brasileira e quando são encontrados, são a preços exorbitantes. Aliás, um encontro com um vendedor de ambulantes, na Rua dos Inválidos é providencial para se entender o valor de Jorge:
- Olha, todos os compactos são R$ 5, com exceção dos dois do Jorge, que são R$ 10 porque são raros.
Rio de Janeiro, 25 de Setembro de 2026
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