A invasão contra o Iraque não foi autorizada pela ONU. Devido a isso, vários países ofereceram seu apoio separadamente aos Estados Unidos e à Inglaterra. Os apoios são dados das mais diversas formas. Vão desde assistência logística até o uso de seu espaço aéreo ou fornecimento de especialistas em armas químicas e biológicas.
A Espanha foi uma importante aliada e manifestou o seu apoio desde o começo. Contudo, depois da pressão popular e após os atentados nos trens em Madri, feitos por um grupo ligado á Al Qaeda, retirou todo o seu contigente do Iraque.
Apesar de todas as críticas que os governos norte-americanos e britânicos vêm sofrendo, e depois de não terem sido encontradas as tais armas químicas, poucos países retiraram seu apoio à invasão até agora.
Há alguns países árabes que também ajudam no apoio às tropas da coalizão.
Croácia – Ofereceu espaço aéreo e aeroportos para aviões de transporte civil para servir à coalizão
Hungria – tem uma base norte-americana para treinamento de exilados iraquianos.
Itália – ofereceu ajuda estratégica e uso de suas bases militares. Enviou soldados também. Mesmo sob ameaça de grupos terroristas, decidiu manter seus soldados no Iraque.
Albânia – Ofereceu na época da invasão, envio de tropas, contudo, apenas simbolicamente.
Austrália – Enviou uma força de elite com dois mil soldados, caças a jato e navios de guerra ao Golfo Pérsico
Bahrein – Serve como quartel-general a frotas dos Estados Unidos
Bulgária – Ofereceu o uso de espaço aéreo e bases para aviões norte-americanos. Enviou também tropas com técnicos especializados em descontaminação biológica e química.
Qatar – coopera amplamente com as forças de combate contra o Iraque. Abriga o QG móvel do Comando Central norte-americano e ainda ampliou uma base aérea para jatos.
Jordânia – Outro país no Oriente Médio que ajuda os norte-americanos em todas as posições. Além de ter o seu espaço aberto para os aviões da coalizão, dá ampla cobertura para as tropas norte-americanas.
Polônia – Enviou considerável número de soldados para o Iraque.
Portugal – Deixou à disposição as bases aéreas reservadas à Otan e outra no Oceano Atlântico.
Kuwait – dá apoio total aos norte-americanos. Há anos possui bases enormes e serve como ponto de partida para aviões de ataque tanto britânicos como norte-americanos.
Emirados Árabes Unidos – Também aliado incontestável dos EUA. Os dados apontam que o país abriga cerca de 3.500 soldados estrangeiros ocidentais.
República Theca – Contribui com tropas sem destino à combates, mas com técnicos especializados em armas químicas e biológicas, em resposta a solicitações dos EUA
Romênia – espaço aéreo livre e uma base para os combatentes dos EUA, além de especialistas em armas químicas, e outros profissionais com missão de reconstrução como policiais militares e médicos. Também a pedido dos norte-americanos.
Arábia Saudita – um dos países que sofrem severas críticas dos extremistas por ser tão favorável aos Estados Unidos. Graças a isso, os norte-americanos conseguiram manter uma zona de exclusão de vôo no sul do Iraque.
Turquia – outro país "pedra no sapato" dos extremistas islâmicos pelo nível de "ajuda" aos norte-americanos. No país há bases aéreas para servir à coalizão.