Como vocês podem ver, e concordar comigo na análise que faço (leiam o post O PT precisa de renovação na eleição paulistana de 2012), na eleição para prefeito de São Paulo no ano que vem não temos um cenário definido e as pesquisas são ainda só uma tendência.
Tendência, aliás, conhecida: indicam que a senadora Marta Suplicy (PT-SP) tem votos, experiência, vontade política e apoio no PT. E que o ministro da Educação, Fernando Haddad é a novidade, mas ainda não é conhecido no PT (nas bases) e não tem voto. Vai ser testado e tem um apoio que vale milhões de votos, o do ex-presidente Lula.
Aliás, por falar em pesquisas, uma citada há dois dias no Painel político da Folha de S.Paulo dizia que se amplia na capital a rejeição do eleitorado a José serra. O fato é que nos deparamos com um quadro ainda indefinido. Se José Serra entra no páreo a disputa é uma, e talvez as várias candidaturas se redefinam; se não entra, tudo muda também.
Para situar só uma vertente desse quadro complicado, lembro a situação, por exemplo, do deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), definido comocandidato por seu partido. Ele é uma incógnita, porque tem voto - foi o 2º mais votado no Brasil no ano passado, depois do deputado Tiririca - mas o PMDB de São Paulo não tem.
Quadro sucessório paulistano ainda está embaralhado
Quinta, 04 de Agosto de 2011 às 07:19, por: CdB