Missão impossível
São várias as sugestões que aparecem para tentar salvar a candidatura do tucano Geraldo Alckmin. Um setor da campanha quer que se pronuncie o nome do candidato como se fosse uma palavra oxítona, com a última sílaba como tônica. De Álckmin, ele passaria, então, a ser chamado de Alckmín. Há, porém, os que querem que passe a ser conhecido como Geraldo. Se os problemas da candidatura fossem só estes....
O mar não está pra peixe
De ACM (PFL-BA), referindo-se a seu colega de partido, o governador Cláudio Lembo: "Ele tem cara de burro". Lembo retrucou afirmando que o soba baiano age como "senhor de engenho". E que é "melhor burro que fascista, assaltante de painel eletrônico". No PSDB, a situação não é muito melhor: o deputado Alberto Goldman (SP) e o governador Aécio Neves (MG) trocam farpas. Para culminar, César Maia, do PFL, não deixa passar um dia sem dar uma estocada nos tucanos e em Alckmin. A coisa está feia.
Lula e o PMDB
Em conversa com Orestes Quércia, Lula ofereceu ao PMDB os cargos de vice-presidente e vice-governador de São Paulo, numa aliança com o PT. É mais jogo de cena do que outra coisa. Todos sabem que é quase impossível o PMDB coligar-se com alguém nacionalmente. O objetivo da quinta-coluna governista no partido, inclusive, não é mais levá-lo a apoiar Lula, mas impedir o lançamento de uma candidatura própria. Salvo uma reviravolta, já conseguiu seu intento.
Expectativas do PT
Levantamento interno feito pelo PT chegou à seguinte conclusão: Lula é franco favorito e pode ganhar no primeiro turno, mas a situação do partido na maioria dos estados vai mal. Dos candidatos petistas a governos de estados, o único em boa situação é Wellington Dias, no Piauí. No Rio, a candidatura Vladimir Palmeira é tida como carta fora do baralho, e as (parcas) esperanças concentram-se