Proteste faz novos testes sobre qualidade da água do volume morto
A Proteste, entidade de defesa dos consumidores, iniciou a segunda etapa da coleta de amostras para analisar a qualidade da água em diversas regiões da capital paulista abastecida pela Sistema Cantareira.
População não se sente segura sobre qualidade da água do volume morto
A Proteste, entidade de defesa dos consumidores, iniciou a segunda etapa da coleta de amostras para analisar a qualidade da água em diversas regiões da capital paulista abastecida pela Sistema Cantareira. Em entrevista à Rádio Brasil Atual, Maria Inês Dolci, coordenadora do departamento de Relações Institucionais da associação, diz que após o uso do volume morto pela Sabesp o consumidor precisa saber se a água é imprópria ou não para o consumo.
Em levantamento feito pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), 59% dos entrevistados disseram ter percebido comprometimento na qualidade. A condição da água fornecida pela Sabesp divide especialistas, que afirmam que essa reserva pode ser imprópria para consumo.
A coordenadora da Proteste afirma que o intuito das novas análises da água da segunda cota do volume morto é reduzir as incertezas da população, que temem por eventuais consequências à saúde : “os consumidores acabam ficando confusos, receiam se a água que está chegando em casa é adequada, se tem qualidade ou não”, afirma Maria Inês Dolci
Especialistas do governo do Estado e da prefeitura que estiveram na reunião da CPI da Sabesp no dia 29 de outubro afirmaram que até o momento não houve alteração significativa da qualidade da água.
Consumo de água nas federais
O Ministério da Educação lançou o Desafio Sustentabilidade, que tem como objetivo reduzir os gastos com o consumo de água e energia elétrica nas instituições federais de ensino. Por meio da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento, a pasta promove consulta pública para identificar e avaliar ideias e boas práticas de redução de gastos e incentivo à sustentabilidade.
Para participar, é preciso fazer cadastro na página do projeto. Serão avaliadas soluções ecológicas inovadoras sobre o uso de energia elétrica e de água em universidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia.
A pasta premiará os melhores projetos em ambas categorias – água e energia. Em cada uma, o primeiro colocado receberá R$ 5 mil; o segundo, R$2,5 mil; o terceiro, R$ 1,5 mil; e o quarto, R$ 1 mil.
De acordo com o MEC, os participantes devem apresentar ideias, avaliar e aprimorar as sugestões de outros inscritos, com comentários sobre os dois temas apresentados. Cada participante deve optar por representar uma universidade federal ou um instituto federal.
As instituições de ensino também serão premiadas. A universidade e o instituto que ficarem em primeiro lugar receberão, cada, R$ 3 milhões. Os segundos lugares receberão R$ 1 milhão cada.
A consulta pública recebe propostas na página do projeto na internet. Mais informações sobre o projeto Desafio da Sustentabilidade estão no regulamento constante do Edital da SPO nº 1/2014.
Os debates sobre redução do consumo de água serão encerrados no dia 3 de fevereiro e as discussões sobre economia de energia elétrica terminam em 5 de fevereiro.
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