Rio de Janeiro, 16 de Maio de 2026

Promotoria quer retorno de US$ 33,45 mi aos cofres do Rio

O Ministério Público Federal pediu hoje novamente à Justiça o repatriamento de US$ 33,45 milhões (cerca de R$ 110 milhões) depositados em contas na Suíça que teriam sido enviados ao país como parte de um suposto esquema de extorsão e remessa ilegal de verbas ao exterior. A decisão deve sair amanhã.

Terça, 14 de Janeiro de 2003 às 00:14, por: CdB

O Ministério Público Federal pediu hoje novamente à Justiça o repatriamento de US$ 33,45 milhões (cerca de R$ 110 milhões) depositados em contas na Suíça que teriam sido enviados ao país como parte de um suposto esquema de extorsão e remessa ilegal de verbas ao exterior. A decisão deve sair amanhã. O MPF já pedido o repatriamento, que foi negado pelo juiz federal Lafrido Lisboa no dia 2 de dezembro, pois ainda não havia sido instaurado inquérito policial. Aém disso, o juiz considerou que não havia provas suficientes. Já o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro abriu na quinta-feira passada (9) inquérito civil contra funcionários do governo do Estado que estariam envolvidos no esquema para investigar se houve crime de improbidade administrativa dos servidores do Estado no caso. O esquema,envolveria o ex-secretário-adjunto de Administração Tributária do governo de Anthony Garotinho (PSB), Rodrigo Silveirinha Corrêa, que também foi assessor financeiro da campanha de Rosinha Garotinho, atual governadora. Silveirinha seria titular de uma das contas na Suíça que teriam recebido ilegalmente verbas do Brasil. O Ministério Público Federal pediu hoje novamente à Justiça o repatriamento de US$ 33,45 milhões (cerca de R$ 110 milhões) depositados em contas na Suíça que teriam sido enviados ao país como parte de um suposto esquema de extorsão e remessa ilegal de verbas ao exterior. A decisão deve sair amanhã. O MPF já pedido o repatriamento, que foi negado pelo juiz federal Lafrido Lisboa no dia 2 de dezembro, pois ainda não havia sido instaurado inquérito policial. Além disso, o juiz considerou que não havia provas suficientes. Já o Ministério Público Estadual do Rio de janeiro abriu na quinta-feira passada (9) inquérito civil contra funcionários do governo do Estado que estariam envolvidos no esquema para investigar se houve crime de improbidade administrativa dos servidores do Estado no caso. O esquema,envolveria o ex-secretário-adjunto de Administração Tributária do governo de Anthony Garotinho (PSB), Rodrigo Silveirinha Corrêa, que também foi assessor financeiro da campanha de Rosinha Garotinho, atual governadora. Silveirinha seria titular de uma das contas na Suíça que teriam recebido ilegalmente verbas do Brasil. A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar possíveis crimes de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no dia 11 de dezembro praticados pelos oito funcionários públicos. A PF avalia que o dinheiro depositado na Suíça não condiz com a ocupação dos envolvidos. Entre os servidores do Estado que são investigados além de Silverinha, estão Lúcio Manoel Picanço, Carlos Eduardo Ramos e Romulo Gonçalves. Outros quatro fiscais da Receita Federal estão sendo investigados apenas pelo Ministério Público Federal.

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