Os promotores que investigam a Parmalat pediram, nesta quarta-feira, que 29 executivos e três instituições financeiras sejam julgados por crimes relacionados ao escândalo do grupo alimentício italiano, disse uma fonte judicial nesta quarta-feira.
Na lista estão o fundador e ex-presidente da Parmalat, Calisto Tanzi, as filiais italianas do Bank of America e das auditorias Deloitte & Touche e Grant Thornton, disse a fonte à Reuters.
Os 32 acusados são os mesmos apontados pelos promotores em março, quando eles tentaram, sem êxito, um julgamento. O pedido desta quarta-feira por um processo de julgamento será considerado por um juiz de Milão.