Começou nesta segunda-feira, em cerca de 30 praias do Estado do Rio, a edição 2014 do Projeto Botinho. O evento é organizado pelo Corpo de Bombeiros Militar, com apoio da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), e ocorre desde 1963. Na avaliação do presidente da Cedae, Wagner Victer, talvez seja a maior colônia de férias do país.
O evento é organizado pelo Corpo de Bombeiros Militar
Começou nesta segunda-feira, em cerca de 30 praias do Estado do Rio, a edição 2014 do Projeto Botinho. O evento é organizado pelo Corpo de Bombeiros Militar, com apoio da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), e ocorre desde 1963. Na avaliação do presidente da Cedae, Wagner Victer, talvez seja a maior colônia de férias do país.
O coordenador do Projeto Botinho no Estado, coronel Marcos Almeida, do Corpo de Bombeiros, disse à Agência Brasil que se trata de uma “colônia de férias voltada a uma mudança de comportamento educacional (das crianças e adolescentes participantes) no que tange às questões voltadas para o mar”.
Serão ao todo 8 mil crianças e adolescentes atendidos este ano, repetindo o número registrado na edição do ano passado, que se dividirão em três turmas, nas faixas etárias de 7 a 10 anos; 11 a 13 anos; e 14 a 17 anos.
A temática adotada nos últimos anos é trabalhar a cultura preventiva, explicou o coordenador. “Sabendo que a criança é a melhor pessoa para se passar conhecimento e formar uma geração futura mais consciente, mais preparada para os desafios, principalmente os desafios do mar”, disse.
Almeida explicou que se o Grupamento Marítimo (GMar) do Cbmerj tivesse maior estrutura, a tendência seria aumentar o número de crianças a cada ano. “Existe um limite natural para a gente poder atender sem prejudicar o serviço pelo qual somos responsáveis em cada praia”. O GMar é o executor do projeto nas praias. Este ano, serão contemplados mais de 12 municípios, desde o norte ao sul do estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital.
A Cedae fornece o material utilizado nas atividades, além dos uniformes. Durante os cursos, que se estendem por três semanas, ocorrem competições direcionadas ao desenvolvimento físico, intelectual e cultural das crianças e jovens participantes do projeto. “Isso anima a colônia de férias, ou seja, o projeto”, ressaltou o coronel.
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