Programa de reabilitação gratuito realiza mais de 26 mil atendimentos
Oito meses após o lançamento do projeto Rio Mova-se, criado pela Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, mais de 26 mil atendimentos foram realizados nas especialidades de Fisioterapia, Psicologia e Fonoaudiologia.
Lançado há oito meses, Rio Mova-se oferece serviços gratuitos à população
Oito meses após o lançamento do projeto Rio Mova-se, criado pela Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, mais de 26 mil atendimentos foram realizados nas especialidades de Fisioterapia, Psicologia e Fonoaudiologia.
O programa de reabilitação gratuito conta hoje com oito sedes: seis na capital fluminense e duas no interior. A unidade do Jardim América, inaugurada em maio deste ano, é o destaque da rede estadual. Já foram realizados 6,5 mil atendimentos. Crianças e adolescentes, que foram beneficiados pelos serviços de Fonoaudiologia e Psicologia, são os diferenciais do espaço.
O segundo lugar em número de favorecidos é a unidade instalada no Shopping Via Brasil, no Irajá, inaugurada em maio. Foram contabilizados, até outubro, 4,3 mil atendimentos.
Todos os espaços reúnem equipamentos e profissionais, que auxiliam na reabilitação e na inclusão social de pessoas com deficiência e dificuldades de locomoção e de fala.
De acordo com o coordenador Vinícius Teixeira Braga, mais cinco polos devem entrar em funcionamento até o fim do ano.
- Oferecemos um tratamento de primeiro mundo. Nossa equipe realiza acompanhamento personalizado - disse Vinícius.
Inclusão social e superação de limites
Na unidade do Jardim América, a pensionista Antônia Firmino, de 56 anos, trata de uma fratura no tornozelo.
- No programa, tenho a garantia de que vou concluir o tratamento - disse Antônia.
Após superar um acidente vascular cerebral, o aposentado Aguinaldo Nóbrega, de 76 anos, faz sessões semanais de fisioterapia em Irajá.
- Já consigo caminhar de forma mais independente - afirmou o aposentado.
Mãe de Arthur, de 6 anos, a dona de casa Ana Cláudia Araújo, de 38 anos, leva o filho para sessões de fonoaudiologia e fisioterapia. O menino é autista.
- Com o tratamento, meu filho está interagindo melhor com as pessoas e até com a equipe - disse Ana Cláudia.
Tags:
Relacionados
Edições digital e impressa
Utilizamos cookies e outras tecnologias. Ao continuar navegando você concorda com nossa política de privacidade.