Como tem destacado muito bem a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello - e o repetiu ainda ontem, no lançamento do programa Brasil sem Miséria - a retirada de 28 milhões de brasileiros da pobreza absoluta e o ingresso de 36 milhões na classe média, conquistados pelo governo Lula, só foram possíveis com a adoção de "ações que aliam crescimento econômico com inclusão social".
A ministra destacou, estre estas ações "o aumento do emprego, a valorização do salário mínimo, a ampliação dos programas sociais e a expansão do crédito". Com o Programa Brasil sem Miséria (leiam o post acima), 1,7 milhão de pessoas moradoras nas cidades serão qualificadas e inseridas nas iniciativas de inclusão produtiva que garantem, por exemplo, oferta de cursos de qualificação profissional e intermediação desta mão-de-obra.
Outro foco será a qualificação de 60 mil catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis. Já na zona rural, a proposta é ampliar o número de atendidos pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) dos atuais 66 mil para 255 mil até 2014.
Diversas frentes
Estão previstas, também, políticas de fomento como a destinação de R$ 2,4 mil por família por dois anos para apoiar a produção e a comercialização excedente dos alimentos. E a concessão de sementes e insumos - como adubos - para 253 mil famílias.
Nas áreas florestais, cerca de 70 mil famílias que vivem em extrema pobreza e que preservam florestas nacionais contarão com a Bolsa Verde de R$ 300,00 por trimestre. Estão previstos, ainda, a construção de novas cisternas para obtenção de água para plantio e criação de animais e o lançamento do programa Água para Todos com foco em 600 mil famílias rurais.
Como vocês podem ver, medidas fundamentais, inovadoras e necessárias para que o Brasil sem miséria, que todos sonhamos, seja realidade.