Nesta manhã, os professores reuniram-se em defesa da Escola Pública
Professores portugueses manifestam-se, nesta capital, a partir do início da manhã deste sábado, em defesa da Escola Pública e do direito ao trabalho. O secretário-geral da Fenprof acusou o governo de pôr em risco os exames nacionais do secundário e afirmou que os professores vão continuar a luta. Em solidariedade com o protesto dos docentes, o coordenador do Bloco de Esquerda esteve presente e declarou o apoio à greve prevista para esta segunda-feira, em todo o país, acusando Nuno Crato de provocar instabilidade nas escolas.
Milhares de professoras e professores desfilaram pela Avenida da Liberdade em Lisboa para se manifestarem em defesa da Escola Pública. Os docentes protestaram também contra os despedimentos e a mobilidade especial, contra o aumento do horário de trabalho para as 40 horas, pela qualidade da educação e do ensino.
Em declarações ao canal português de TV TVI 24, o coordenador do Bloco de Esquerda, João Semedo, afirmou a solidariedade do partido com as ações dos professores em defesa da Escola Pública, nomeadamente a manifestação deste sábado e a greve do dia 17.
João Semedo declarou ainda que “a data da greve é da responsabilidade do governo e não dos sindicatos”, salientando que o governo podia ter alterado a data dos exames de 17 para 20, mas não o fez, porque o governo segue uma “política autoritária e prepotente”. O coordenador do Bloco acusou ainda o ministro Nuno Crato de provocar a instabilidade nas escolas.
Tags:
Relacionados
Edições digital e impressa
Utilizamos cookies e outras tecnologias. Ao continuar navegando você concorda com nossa política de privacidade.