Começa neste segunda-feira a greve decretada por professores e funcionários da Universidade de São Paulo (USP) por tempo indeterminado. São duas as motivações para a paralisação: a Reforma da Previdência e o aumento do desconto previdenciário de 5% na folha de pagamento dos servidores da universidade. Pela mesma razão, cinco campus da Unesp e a Unicamp estão parados.
Com o aumento do desconto previdenciário, os servidores das universidades estaduais paulistas passam a ter 11% de desconto nos seus salários para esse fim.
A princípio, a Associação dos Docentes da USP acredita que de 30 a 40% dos professores devam aderir à greve. Hoje à tarde, ocorre uma assembléia geral dos docentes no prédio dos cursos de História e Geografia. Na quarta-feira desta semana, representantes da Associação encontrarão o reitor Adolpho Melfi. Para sexta, está programada uma manifestação na Avenida Paulista.