Os professores da USP, reunidos em assembléia, optaram por não entrar em greve até o dia 27. Em vez disso, haverá uma paralisação nesta quarta-feira, para que, em nova reunião, docentes, funcionários e alunos pressionem os deputados para aumentar os recursos para a educação.
Se não houver avanço nas negociações haverá nova assembléia na próxima semana para resolver sobre a greve.
Além do aumento das verbas gerais para educação, os professores de USP querem reajustar seus salários em 7%. Os reitores das universidades estaduais de São Paulo oferecem aumento de 0,75% sobre os vencimentos de maio e 1,79% sobre os valores de setembro.