Os professores da rede estadual de ensino do Rio decidiram em assembleia em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), pela continuidade da greve a na próxima sexta-feira, uma nova reunião na Cinelândia Centro do Rio decidirá os rumos da paralisação, que dura 40 dias.
Os professores da rede estadual de ensino do Rio decidiram em assembleia em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj)
Os professores da rede estadual de ensino do Rio decidiram em assembleia em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), pela continuidade da greve a na próxima sexta-feira, uma nova reunião na Cinelândia Centro do Rio decidirá os rumos da paralisação, que dura 40 dias.
Cerca de mil pessoas, segundo a Polícia Militar, não aceitaram a proposta da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) de abrir a mesa de negociação apenas se a greve for encerrada.
Desde a última assembleia, na quarta-feira, não houve avanços nas negociações. A coordenadora do Sepe, Ivanete Conceição, disse que o sindicato conseguiu um breve contato com o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, que prometeu marcar uma nova reunião até quarta-feira.
- Ele (Pezão) sinalizou que está disposto a marcar a reunião, mas desde até hoje nada foi alterado. As respostas que o governo dá não são para soluções imediatas. O que poderia ocorrer era a derrubada do veto (do governador Sérgio Cabral, impedindo que o professor tenha sua matrícula apenas em uma escola), já resolveria muito dos nossos problemas. É o movimento real que poderia ser feito - explicou.
Um grupo com aproximadamente 40 pessoas, segundo o sindicato, continuará acampado em frente da Alerj até que o vice-governador receba os representantes do Sepe. Nesta segunda-feira, os profissionais fecharam a Rua Primeiro de Março por aproximadamente uma hora, para a votação, tumultuando o trânsito na região. Após uma discussão entre os grevistas, uma faixa foi liberada para a passagem de alguns ônibus.
A Seeduc informou, em nota, que o governo abrirá uma mesa de negociação para discutir a política salarial com o secretário Wilson Risolia, mas apenas com o fim da greve. Sobre a reivindicação de uma matrícula em uma escola, a secretaria informa que ela “será discutida em conjunto com um terço da carga horária livre para planejamento; a matriz curricular e lotação prioritária de forma a avançar na implementação das quatro situações”, garantindo em um prazo de cinco anos.
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