Rio de Janeiro, 20 de Setembro de 2026

Prisão do "Batman"é motivo de chacota nas redes sociais

A prisão, na noite passada, de um manifestantes fantasiado de Batman foi motivo de chacota nas redes sociais, nesta quinta-feira. Além da repercussão nos diários matutinos do Rio de Janeiro, a ação da Polícia Militar foi alvo de críticas por parte da população.

Quinta, 26 de Setembro de 2013 às 09:58, por: CdB
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O manifestante já tinha a fantasia em casa por participar de encontros de fãs de quadrinhos como cosplayer
A prisão, na noite passada, de um manifestantes fantasiado de Batman foi motivo de chacota nas redes sociais, nesta quinta-feira. Além da repercussão nos diários matutinos do Rio de Janeiro, a ação da Polícia Militar foi alvo de críticas por parte da população. "Com o Coringa solto e Batman preso, a cidade vai virar o paraíso dos malfeitores", comentou, com bom humor, o advogado Marcos Cruz dos Santos, em sua página no Facebook, na foto do prefeito Eduardo Paes, retocada para que ele ficasse parecido com o vilão de Gothan City. Policiais usaram o nome do super-herói para abordar o manifestante Eron Melo, que foi detido por se recusar a tirar a máscara em protesto no Rio. Eron contou ainda que PMs  tiraram fotos ao lado dele e disseram que mostrariam aos filhos. O manifestante já tinha a fantasia em casa por participar de encontros de fãs de quadrinhos como cosplayer. A manifestação no Rio foi contra a proibição do uso de máscaras em protestos. Nove pessoas foram detidas por se recusar a mostrar o rosto, incluindo o homem-morcego. No dia 11 de setembro, o governador Sérgio Cabral sancionou o projeto de lei 2.405/13, aprovado pela Assembleia Legislativa do do Rio (Alerj), que proíbe o uso de máscaras em manifestações no Estado. Após a detenção, uma mulher que integra o movimento falou as reivindicações do grupo em voz alta. As palavras foram repetidas pelos participantes do protesto. “Esta instituição (MP) é cúmplice e conivente com as violações das leis feitas pelo Estado. Seus procuradores declararam publicamente sua visão tendenciosa sobre os fatos." O subprocurador dos Direitos Humanos Ertulei Laureano Matos chamou integrantes da comissão para conversar, mas o grupo gritou em coro para que ele descesse e fosse até o público. O ato teve início em frente ao prédio do Ministério Público, onde os alunos cantaram o Hino Nacional. Em seguida, os jovens pararam em frente ao antigo prédio do curso de Medicina da universidade, de onde seguiram pelas ruas do Centro do Rio, interditando vias e caminhando em direção ao Ministério Público Federal. Segundo informações do portal G1. O presidente do Centro Acadêmico, Edivaldo Guimarães Júnior afirmou que a causa do protesto são problemas estruturais da universidade, que vão além do atraso do pagamento do salário dos professores. - A mensalidade aumentou, professores das nossas principais disciplinas práticas foram demitidos, e o convênio com a Santa Casa foi desfeito, sendo substituído por outro convênio que não atinge nossas necessidades e expectativas. Vale lembrar que a Gama Filho é a maior escola de medicina do Brasil, e não conseguimos, até agora, um posicionamento do MEC que nos defenda e resguarde.    
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