Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Príncipe Ali diz que não tinha intenção de concorrer à presidência da Fifa

O candidato a presidente da Fifa príncipe Ali bin Al Hussein não tinha a intenção de concorrer ao mais alto cargo do futebol, mas se sentiu compelido por colegas dirigentes ansiosos por mudanças na entidade.

Sexta, 16 de Janeiro de 2015 às 12:41, por: CdB
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O membro da realeza jordaniana, de 39 anos, anunciou sua candidatura este mês O ex-jogador da seleção francesa David Ginola lançou nesta sexta-feira uma candidatura inesperada
  O candidato a presidente da Fifa príncipe Ali bin Al Hussein não tinha a intenção de concorrer ao mais alto cargo do futebol, mas se sentiu compelido por colegas dirigentes ansiosos por mudanças na entidade. O membro da realeza jordaniana, de 39 anos, anunciou sua candidatura este mês e disse à rede australiana SBS que o amor pelo esporte o levou a se colocar como alternativa a Joseph Blatter, em busca de seu quinto mandato como presidente da Fifa, e ao francês Jérôme Champagne nas eleições de maio. - Não é algo que eu idealmente gostaria de fazer, mas obtive bastante encorajamento de muitas pessoas ao redor do mundo que realmente se importam com o esporte, não somente de representantes de países como de jogadores - disse Ali nesta sexta-feira. “E então depois de muito refletir e tudo mais eu decidi ‘OK, vamos lá. Vamos fazer.’ Não é algo que eu queira fazer por muito tempo, mas realmente penso que é um dever com todos os apaixonados pelo esporte ao redor do mundo, trazer esta organização de volta”, acrescentou. O vice-presidente da Fifa e presidente das federações da Jordânia e Ásia Oriental, que conta também com o apoio do presidente da Uefa, Michel Platini, não revelou nenhuma promessa específica de campanha, mas ressaltou a necessidade de uma maior transparência na entidade. Ele voltou a pedir que seja trazido a público ainda antes da eleição o relatório do promotor Michael Garcia, responsável pela investigação sobre irregularidades nos processos de escolha das sedes da Copa do Mundo em 2018 e 2020. Ex-jogador francês David Ginola
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O ex-jogador da seleção francesa David Ginola lançou nesta sexta-feira uma candidatura inesperada, e quase certamente fadada ao fracasso, à presidência da Fifa, assumindo o papel de “defensor dos torcedores” sob o slogan “reiniciando o futebol”. Ginola, de 48 anos, tem até 29 de janeiro para provar o apoio de cinco associações nacionais de futebol, para que sua candidatura possa ser oficialmente aceita pela Fifa, e busca pelo apoio dos torcedores ao redor do mundo para ajudá-lo a disputar o pleito e posteriormente montar uma campanha bem-sucedida. - Estou colocando meu nome na mesa como candidato à presidência da Fifa e estou buscando o apoio de torcedores em todo o mundo, e de suas associações de futebol, para que isso aconteça - disse o ex-jogador dos clubes ingleses Newcastle United, Tottenham Hostspur e Everton a jornalistas no lançamento do “Time Ginola”. “Acredito que tenho as credenciais e a capacidade para ser um forte candidato, um candidato dos torcedores e amantes do esporte dos quatro cantos do mundo. As pessoas que seguem o futebol devem ter uma voz e uma causa. Minhas voz é a deles. Minha causa é a deles”, afirmou Ginola. A postura de Ginola pode repercutir entre muitos, em face da contínua e disseminada desilusão com a Fifa, mas tem o aspecto de ser mais uma voz ao vento do que uma candidatura firme para enfrentar o atual presidente, Joseph Blatter, que tenta um quinto mandato consecutivo, assim como o francês Jérôme Champagne e o príncipe jordaniano Ali bin Al-Hussein.

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