Primeira semana de Rock in Rio não foi apenas de música
A primeira semana do Rock in Rio não foi apenas de música e diversão. Longas filas para comprar lanche, excesso de sujeira e problemas com a segurança estiveram entre as maiores reclamações do público. Os inúmeros casos de furto trouxeram preocupações para os frequentadores do festival.
Segunda, 26 de Setembro de 2011 às 10:23, por: CdB
A primeira semana do Rock in Rio não foi apenas de música e diversão. Longas filas para comprar lanche, excesso de sujeira e problemas com a segurança estiveram entre as maiores reclamações do público. Os inúmeros casos de furto trouxeram preocupações para os frequentadores do festival.
Segundo a polícia, houve redução nos casos de furto neste domingo, mas os fãs ainda se queixavam do tempo levado para alimentação e também pediam melhoria na questão da limpeza do local.
A noite de metaleiros consagrou a banda Mettalica. James Hetfield (voz e guitarra), Lars Ulrich (bateria) - que, juntos, fundaram o Metallica - e mais Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) mostraram na noite deste domingo no Rock in Rio porque o grupo continua com o prestígio intacto desde que foi criado há 30 anos, em 1981.
O grupo californiano abriu a noite com Creeping Death e For Whom The Bells Tolls, do álbum Ride The Lighting, lançado em 1984, e depois atacou com Nothing else matters (1990) e Cyanide (2000) levando o público ao delirio.
Durante o show de duas horas, que só terminou às 3h30m, o quarteto ainda encontou espaço para relembrar Am I evil? Whiplash e Seek anddestroy antes de receber um verdadeiro tributo dos metaleiros com uma longa sessão de aplausos, talvez a mais longa do festival até agora, mostrando que os quatro ainda são a maior atração quando se trata do heavy metal.
Outra grande atração metaleira da noite, o Motörhead - formado por Lemmy, Phil Campbell e Mikkey Dee - não deixou por menos e fez um show azeitado e cheio de sucessos, mesmo caminhoa seguido pelo Sepultura e pelo pessoal do Slipknot, que levou ao delírio os fãs com seus riffs pesados e seu visual exótico e uma homenagem especial ao ex-baixista da banda, Paul Gray, morto em 2010.
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