Rio de Janeiro, 05 de Novembro de 2026

PRF tenta conscientizar motoristas antes do carnaval

A Campanha Trânsito Consciente mobilizou na terça-feira 20 policiais rodoviários federais e 30 voluntários na BR-040, que liga Brasília ao Rio de Janeiro, no trecho próximo ao município de Valparaíso (GO). (Leia Mais)

Terça, 22 de Janeiro de 2008 às 15:03, por: CdB

A Campanha Trânsito Consciente mobilizou na terça-feira 20 policiais rodoviários federais e 30 voluntários na BR-040, que liga Brasília ao Rio de Janeiro, no trecho próximo ao município de Valparaíso (GO).

A operação já faz parte das ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas estradas para o carnaval. O objetivo foi educar a população sobre a importância do trânsito seguro.

Os motoristas receberam informações sobre os riscos de se dirigir embriagado e dos perigos da alta velocidade. Ninguém foi autuado pelos policiais.

O inspetor Wenis de Almeida alerta que, no entanto, na véspera do carnaval, quem for flagrado descumprindo as normas de trânsito vai ser multado, pode perder a carteira de motorista, ter o carro apreendido e até ser preso.

"No carnaval vai ser um trabalho repressivo. Então, se o condutor for pego cometendo alguma infração, ele vai ser autuado e, se ele estiver dirigindo embriagado, vai ser preso também.”

Os policiais e voluntários também informaram os motoristas de que a partir de 1o de fevereiro está proibida a venda de bebidas alcoólicas nas estradas federais. A determinação está em medida provisória publicada hoje no Diário Oficial da União.

Os motoristas aprovaram a nova regra. “Eu acho ótimo porque bebida e volante não combinam, por isso nas estradas não deve haver mesmo a venda de bebidas alcoólicas”, disse o produtor de eventos Itamar Maia.

O técnico em remanufaturação Sandro Pinheiro acredita que garantir que os motoristas estejam sóbrios vai ajudar a reduzir os acidentes. “É bacana porque vai diminuir bastante os acidentes. A pessoa estando sã reage de outra forma e ela estando embriagada não tem noção de nada.”

A dona-de-casa Ivonete Maria de Andrade também aprovou a medida, mas reclamou da demora do governo federal em tomar uma providência em relação a um problema que é antigo. “Isso já era para ter acontecido há muito tempo, porque é uma iniciativa que tem uma validade enorme”, avaliou.

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