O mercado de previdência privada registrou crescimento de 20,2% no primeiro trimestre de 2007.
O valor pago pelos brasileiros desde janeiro para os fundos de previdência privada foi de R$ 5,977 bilhões entre janeiro e março, contra R$ 4,972 bilhões no primeiro trimestre do ano passado.
Os dados fazem parte de balanço da Federação Nacional da Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), que representa 83 empresas de previdência privada e seguro de vida.
A procura por planos do tipo de VGBL - indicado para o investidor que não declara Imposto de Renda pelo modelo completo - cresceu 30,24%, passando de R$ 3,073 bilhões, no primeiro trimestre de 2006, para R$ 4,003 bilhões, no mesmo período de 2007.
Já o PGBL - ideal para quem declara imposto de renda, por permitir dedução de até 12% do valor devido à Receita federal - captou R$ 1,114 bilhão, o que representa avanço de 1,93% .
A captação dos planos tradicionais subiu 7,21%, com valor total de R$ 856,57 milhões.
Os outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) captaram R$ 3,445 milhões (queda de 51,52%).
A Bradesco lidera o ranking de captação em janeiro, com 34,18% do total, seguida pela Itaú (23,32%), Brasilprev (13,05%), Caixa Vida e Previdência (6,9%), Unibanco (5,69%), HSBC (4,52%), Santander (2,77%), Real Tokio Marine (2,57%), Capemi (0,98%), Porto Seguro (0,94%).
As demais empresas somam 5,08% do total de captação no mês, segundo balanço de Fenaprevi.