A segunda fase da Operação Pressão Máxima, da Secretaria estadual de Segurança, recomeçou com um efetivo de 500 homens e a participação das delegacias legais. As ações estão concentradas em dez locais do Grande Rio.
O coordenador da operação, delegado Paulo Souto, ressaltou que a Pressão Máxima está ajudando na queda de todos os índices de criminalidade no estado. A prevenção evita que os bandidos saíam para roubar ou fazer tráfico de drogas. "A ofensiva é feita de forma inteligente", afirmou.
Os policiais buscam bandidos procurados, com mandados de prisões expedidos pela Justiça. Quando presos, são checadas as fichas criminais por telefone, junto à delegacia legal que está atuando na área, onde acontece a operação.
Estes são os locais visitados nesta terça-feira: Morro da Mineira; Complexo do Caju; Favela de Acari; Complexo da Maré; Morro do Dendê; Favela da Rocinha; Favela do Rebu; Cidade de Deus; Trevo das Missões e Beira-Mar (Duque de Caxias); e Morro do Estado e Chácara (Niterói).
Na primeira fase da operação, além das 390 prisões efetuadas, 248 armas foram apreendidas, entre fuzis, pistolas, espingardas e revólveres, foram apreendidos 35 quilos de cocaína, 500 quilos de maconha, 44 granadas e 95 veículos.