A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira um suspeito de ter vendido a Wellington Menezes de Oliveira, o revólver calibre 38 usado no massacre a escola municipal Tasso da Silveira, na região de Realengo. Doze estudantes morreram no massacre.
De acordo com a polícia, Manuel Freitas Louvise foi colega de trabalho de Wellington. A prisão dele aconteceu após a Justiça ter expedido um mandado de prisão pelo crime de comércio ilegal de arma de fogo.
O chaveiro Charleston Souza de Lucena e o segurança desempregado Izaías de Souza foram presos no fim de semana sob suspeita de intermediarem a venda da outra arma usada por Wellington, o revólver calibre 32.
A polícia informou que eles confessaram e disseram que a arma era de um homem chamado Robson, que teria lhe vendido a arma e cinco munições.
Relatos de sobreviventes afirmam que ele mirava na direção nas meninas. Uma das alunas contou aos policiais que, ao ouvir apelos para não atirar, Oliveira mirava na direção delas, tendo como alvo a cabeça.
Os policiais informaram ainda que, pelas análises preliminares, há indicações de que Oliveira treinou para executar o crime.
Preso mais um suspeito de vender arma usada na escola de Realengo
A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira um suspeito de ter vendido a Wellington Menezes de Oliveira, o revólver calibre 38 usado no massacre a escola municipal Tasso da Silveira, na região de Realengo. Doze estudantes morreram no massacre. De acordo com a polícia, Manuel Freitas Louvise foi colega de trabalho de Wellington.
Quinta, 14 de Abril de 2011 às 10:41, por: CdB
A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira um suspeito de ter vendido a Wellington Menezes de Oliveira, o revólver calibre 38 usado no massacre a escola municipal Tasso da Silveira, na região de Realengo. Doze estudantes morreram no massacre.
De acordo com a polícia, Manuel Freitas Louvise foi colega de trabalho de Wellington. A prisão dele aconteceu após a Justiça ter expedido um mandado de prisão pelo crime de comércio ilegal de arma de fogo.
O chaveiro Charleston Souza de Lucena e o segurança desempregado Izaías de Souza foram presos no fim de semana sob suspeita de intermediarem a venda da outra arma usada por Wellington, o revólver calibre 32.
A polícia informou que eles confessaram e disseram que a arma era de um homem chamado Robson, que teria lhe vendido a arma e cinco munições.
Relatos de sobreviventes afirmam que ele mirava na direção nas meninas. Uma das alunas contou aos policiais que, ao ouvir apelos para não atirar, Oliveira mirava na direção delas, tendo como alvo a cabeça.
Os policiais informaram ainda que, pelas análises preliminares, há indicações de que Oliveira treinou para executar o crime.