Por Redação, com Sputnik - de Moscou:
Em entrevista ao canal televisivo iraniano Khabar TV, o presidente sírio Bashar al-Assad falou sobre as questões mais candentes: operação militar russa, o combate ao terrorismo e a sua demissão.
Falando da decisão dos países de compartilhar a informação de segurança e inteligência, o presidente sírio disse que a cooperação entre a Rússia, Síria e Irã e Iraque no combate ao terrorismo é necessária para salvar a região da destruição.
Bashar al-Assad disse que a cooperação entre a Rússia, Síria e Irã e Iraque no combate ao terrorismo é necessária
- A coalizão composta pela Rússia, Síria, Irã e Iraque no combate ao terrorismo é necessária para salvar /a região/da destruição - disse neste domingo presidente sírio na entrevista ao canal televisivo iraniano Khabar TV.
Bashar al-Assad comentou que muitos países aprovam a iniciativa de colaboração entre estes quatro paíse.
- A maioria dos países sente a ameaça do terrorismo e nós vemos que países diferentes se pronunciaram a favor da coalizão criada e, por isso, acho que chances do sucesso da coalizão são muito grandes - disse.
Além disso, Assad notou que, desde a formação da outra coalizão liderada pelos EUA, a área ocupada pelos jihadistas é cada vez maior e o número de militantes aumentou.
- A Rússianunca tentou nos impor nada, especialmente nesta crise- declarou Bashar al-Assad.
Respondendo à pergunta sobre os prazos da operação russa na Síria, o presidente disse que não há prazos certos.
- Isto depende das circunstâncias. Há pouco foram elaborados planos com a cooperação dos militares sírios e russos que começaram os preparativos para acolher as forças russas na Síria - disse Assad durante a entrevista.
Falando da situação política interna, o presidente sírio afirmou que está pronto a se submeter à vontade do povo e apoia quaisquer decisões políticas.
- Volto a dizer: se a decisão for a minha saída, não terei dúvida em o fazer - disse Bashar al-Assad, acrescentando que ele pode deixar a presidência se isso ajudar a resolver a crise no país.
No entanto, ele destacou que no país não haverá uma decisão política enquanto uma série de países apoia o terrorismo.
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