O presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa, admitiu pela primeira vez neste domingo que Oswaldo de Oliveira pode sair. - Conversei com uns 30 conselheiros depois do jogo, e a maioria mostrou insatisfação com ele. Se ele não estiver conseguindo fazer o seu trabalho, eu entenderia - disse. Por sua vez, Oswaldo de Oliveira tentou não entrar em polêmica. - Não vou emitir nenhuma opinião, porque ele (Gouvêa) não me disse nada. Neste momento eu não vou mudar a minha posição - disse o treinador, sem perder a calma. Por causa da pressão cada vez maior sobre Oswaldo, o time do São Paulo vai ficar em Florianópolis durante toda a semana. Na quarta, o Tricolor enfrenta o Figueirense pela Copa do Brasil. No final de semana, é a vez do jogo contra o Criciúma, pelo Campeonato Brasileiro. Antes da entrevista de Oswaldo de Oliveira, o clima esquentou nos vestiários do São Paulo. O zagueiro Jean, que falhou em alguns lances, foi considerado culpado por torcedores que estavam no saguão do estádio e quase foi agredido. Quando se dirigia para o ônibus, Jean foi hostilizado pelos torcedores. Um grupo chegou até a tentar partir para a agressão, mas os seguranças do clube conseguiram contê-lo. Ao mesmo tempo, o atacante Luís Fabiano tentava ir até o ônibus. Os mesmos torcedores elogiaram o artilheiro, que apenas sorriu constrangido e entrou rapidamente no ônibus. Pouco depois do incidente com Jean, quando o técnico cruzeirense Vanderlei Luxemburgo se dirigia à saída, alguns torcedores abraçaram o treinador e pediram sua contratação. O apoio ao treinador rival iniciou um conflito entre os próprios torcedores, rapidamente controlado
Presidente do São Paulo já admite saída de Owaldo de Oliveira
Segunda, 07 de Abril de 2003 às 06:00, por: CdB